Julho 2009
Arquivo Mensal
Arquivo Mensal
Publicado por ACS em 30 Jul 2009 | sob: pessoas
A teimosia é a pior inimiga da inteligência, pois coloca pessoas lutando contra os fatos. O teimoso muda de amigo, mas não muda de idéia.
Publicado por ACS em 30 Jul 2009 | sob: industrial
Publicado por ACS em 30 Jul 2009 | sob: electronic
Publicado por ACS em 29 Jul 2009 | sob: electronic
Publicado por ACS em 29 Jul 2009 | sob: electronic
Publicado por ACS em 29 Jul 2009 | sob: alternative
Publicado por ACS em 29 Jul 2009 | sob: futuro, jornalismo, cultura
Sr Anderson, vamos falar sobre o futuro do jornalismo.
- Esta vai ser uma entrevista muito irritante. Eu nao uso a palavra “jornalismo”.
OK, e sobre os jornais? Eles estao com problemas sérios nos EUA e em todo o mundo.
- Desculpe, eu nao uso a palavra “midia”. Nao uso a palavra “noticias”. Nao acho que essas palavras signifiquem mais alguma coisa. Elas definiam as publicaçoes no seculo 20. Hoje, elas sao um obstáculo. Elas estao empacadas no nosso caminho como uma carruagem sem cavalos.
Que outras palavras você usa?
- Nao há outras palavras. Estamos em um desses períodos em que as palavras do seculo passado nao tem mais significado. O que noticias significa para você, quando a grande maioria das noticias é criada por amadores? As noticias estao vindo de um jornal ou de um grupo jornalistico ou de um amigo? Eu nao consigo chegar a uma definiçao para essas palavras. Aqui na Wired, paramos de usa-las.
Espere um minuto. O chamado jornalismo colaborativo e os blogueiros mudaram o significado de ‘midia’. Mas sem a midia jornalistica tradicional eles, na verdade, nao teriam muito a fazer. A maioria dos amadores comenta o que a imprensa de qualidade noticia. Entao, você leu jornal esta manha?
- Nao.
Publicado por ACS em 28 Jul 2009 | sob: cultura
Em vez de falar agressivamente, as pessoas deveriam aprender a “ouvir agressivamente”. Isso significa ouvir com um genuíno sentimento de escutar, com total atenção, com dedicação e respeito a quem está falando. Perdemos a capacidade de ouvir com atenção e paciência e essa perda é um dos maiores símbolos do individualismo e do egocentrismo da sociedade contemporânea. Só prestamos atenção às coisas que nos interessam e simplesmente não ouvimos aquilo que interessa a quem está nos dirigindo a palavra, falando conosco.
Publicado por ACS em 28 Jul 2009 | sob: lugares
Santiago do Chile é a capital das capitais da América Latina. Nenhuma outra poderia competir com a beleza que a Cordilheira dos Andes lhe atribui. Admirar o pico nevado dos morros e vulcões é estimulante, faz bem à alma. Depois vem seu jeito de cidade moderna. Reflete os traços da arquitetura antiga nos vidros espelhados dos arranha-céus. O ontem projetado no hoje. O ultrapassado conservadorismo perdendo espaço, quando a senhora Michele Bachelet foi eleita primeira presidente mulher do Chile. Arrisco dizer que Santiago é aquele tipo de cidade que, quando visitamos, pensamos em ficar. É um lugar para viver. Mas, antes de um compromisso mais firme, é necessário começar se apaixonando por ela. É uma cidade de colinas – ou cerros, como falam os donos da casa. Há os que estão no horizonte junto à cordilheira, a 30 quilômetros do centro, e podem ser desbravados em deliciosas caminhadas e emocionantes trekkings. E aqueles que abraçam as ruas e bairros de uma forma mais íntima e próxima.
Publicado por ACS em 26 Jul 2009 | sob: pensamentos
Moro num bairro simples, bonito, numa cidade interessante. Gosto daqui, assim como gosto de outros bairros e outras cidades. Não me prendo a uma ideologia bairrista. Bairristas ideológicos assumem suas paixões pessoais como verdades inquestionáveis. Se movem por visões de bairros-pessoas, vinculando o bairro a uma ideologia de classe. Suposta elite diferenciada em sua visão, pedante na realidade. Pedantismo que transforma atos simples em complexas tentativas de auto-afirmação. Suas opiniões são colocadas em pedestais (por elas mesmas), procurando concordância pra depois contemplar a visão supostamente diferenciada e única. Claro que cada bairro, cada cidade tem suas vantagens, sua elite pensante e sua elite pedante. Não posso negar o direito ao pedantismo sem também me tornar um se negasse este direito, não quero parecer saber mais do que realmente sei, e se onde moro hoje representa pra algumas pessoas quem sou, hoje sou simples, bonito e interessante, mesmo que muita gente ache horrível minha cidade, meu bairro, gosto tanto deste lugar como gosto de outros. Não faço e nem pretendo fazer parte de nenhuma elite.
A.Solviore
Publicado por ACS em 26 Jul 2009 | sob: jornalismo, submundo
Pois bem, em maio eu alertei (ver aqui) que a concentração criminosamente elevada de enxofre no diesel mata, somente em São Paulo, capital, 3 mil pessoas ao ano — ou seja, oito por dia! Mas, como há interesses econômicos de grande monta envolvidos, o assunto é praticamente banido do noticiário. Já o terrorismo midiático em torno da gripe suína tem sinal verde porque não afetou negócios importantes, pelo menos até agora. Só fez diminuir um pouco o turismo. Vamos ver se a imprensa manterá o mesmo comportamento leviano caso o público venha a desertar consideravelmente das salas de espetáculos, comprometendo as receitas dos cadernos de variedades.
Publicado por ACS em 26 Jul 2009 | sob: musica, cultura, submundo, MP3
Os neoluddistas são empresários da indústria cultural que bradam raivosos na defesa de seus lucros: “estamos perdendo milhões por causa da Internet”, “é preciso combater a pirataria”, “se os downloads ilegais não acabarem, os artistas vão parar de produzir”. Os neoluddistas alegam que perdem milhões por ano com a pirataria, por terem vendido menos que no ano anterior. Não percebem que o problema não está na pirataria, mas no seu modelo de negócios vetusto que insiste em vender música em Cds em caixinhas de acrílico, quando os Cd players há muito já foram substituídos por MP3 players. Os neoluddistas menosprezam os artistas que disponibilizam suas músicas para download gratuito em suas páginas na Internet e são remunerados com o patrocínio de empresas que exibem publicidade enquanto as músicas são baixadas. Sua ganância é tamanha que preferem insistir no erro a buscarem alternativas de negócios. Os neoluddistas são dados à chantagem emocional barata. Imploram a seus fãs que não baixem músicas pela Internet, pois precisam manter seus castelos e suas limusines. Querem que o fã que ganha um salário mínimo compre o Cd para “ajudar o artista”. Os neoluddistas têm memória fraca. Esquecem-se de que mais de 90% do lucro com a venda dos Cds vai para as gravadoras e que a maioria absoluta dos artistas vive do cachê de seus shows e, para estes, nada vai mudar. Os neoluddistas investem fortunas em campanhas publicitárias para tentar convencer as pessoas que copiar um Cd é tão reprovável quanto furtar um carro ou uma bolsa. Não percebem – ou fingem que não percebem – que no furto a vítima perde a propriedade de seu carro e de sua bolsa, mas na cópia nada se perde. Os neoluddistas seriam capazes de crucificar Jesus Cristo por multiplicar pães, pois afinal – pensarão eles – há nesta conduta uma clara violação aos direitos autorais do padeiro que investiu fortunas na criação da receita. Os neoluddistas são personagens que de tão anacrônicos seriam caricatos, não fosse o poder econômico que têm e que usam para manter a criminalização da livre distribuição da cultura por meio da Internet. Os neoluddistas estão transformando fãs em criminosos.
Publicado por ACS em 26 Jul 2009 | sob: musica, pessoas, submundo
Mas não tardou muito, pouco depois de iniciada a década de 80, Roberto sucumbiu. Talvez pela obrigação desgastante de lançar um álbum autoral por ano. Talvez por sua fé excessiva, que reprime os impulsos de criatividade. Talvez por sua reclusão e pelos infortúnios amorosos. Talvez mesmo por sua condição humana, de ter reduzida a capacidade criativa com o passar do tempo. O que antes era simplicidade logo se tornou breguice, sem meios termos. Seu romantismo perdeu o poder de sedução, tornando-se pobre e triste. Suas canções religiosas de hoje em nada lembram as de antigamente. Há mais de 20 anos, Roberto encerrou sua carreira, iniciando um flash back contínuo. O mesmo repertório, os mesmos arranjos ultrapassados, os mesmos ternos azuis e os mesmos cenários de shows (que mais parecem cenários televisivos, tamanho o mau gosto). Até seu público continua o mesmo, envelhecido como ele. De bom, ficaram os muitos clássicos e sua interpretação, sempre sincera e comovente. Apesar de um outono criativo superior a duas décadas, a mídia não faz críticas a Roberto Carlos, que hoje anima cruzeiros marítimos para senhoras e manda para a fogueira milhares de livros (no caso, 11 mil exemplares de sua biografia não-autorizada, incinerados em 2007).
Publicado por ACS em 26 Jul 2009 | sob: politica & economia, submundo
Nesta quarta-feira, a Livraria Cultura receberá Urariano Mota para uma sessão de autógrafos do livro ‘Soledad no Recife’. Com um texto poético que percorre as veredas dos testemunhos e das confissões, o escritor revive a passagem da militante paraguaia Soledad Barret pelo Recife, em 1973, e a traição que culminou em sua tortura e assassinato pela ditadura militar. Delatada pelo próprio companheiro Daniel, conhecido depois como Cabo Anselmo, Soledad morre com um grupo de candidatos a guerrilheiros, na capital pernambucana, pelas mãos da equipe do delegado Sérgio Paranhos Fleury. O episódio, ficou conhecido como ‘O massacre da chácara São Bento’, revelou-se mais um extermínio do que um confronto armado. Com caderno fotográfico, o livro traz ainda outras homenagens à Soledad, como o poema de Mario Benedetti, ‘Muerte de Soledad Barret’.
Publicado por ACS em 26 Jul 2009 | sob: politica & economia, submundo
No sábado, denunciei aqui e via Twitter que fonte que tenho no jornal Folha de São Paulo revelou-me que um grupo de tucanos e barões da mídia se reuniram, planejaram e decidiram divulgar brevemente pesquisas forjadas sobre as popularidades do presidente Lula e de Dilma Rousseff mostrando que teriam perdido apoio. O assunto bombou na blogosfera e no Twitter. Ganhou o site de Paulo Henrique Amorim e o blog de Luis Nassif tocou no assunto “próximas pesquisas”, porém sem dar maiores detalhes. Em toda parte, porém, o que me surpreendeu foi o tom de surpresa das pessoas. Por que alguém se surpreenderia que o próximo passo de uma mídia que promove pânico quanto à febre amarela ou a gripe suína ou que publica com alarde uma ficha policial falsa de uma ministra de Estado fosse fraudar pesquisas eleitorais? As pesquisas serão usadas para tentar provocar efeito manada entre o eleitorado, ou seja, vendo que a popularidade do presidente e de sua candidata estão caindo, pessoas hesitantes se uniriam ao movimento forjado.
Publicado por ACS em 26 Jul 2009 | sob: livros, pessoas, cultura, submundo
O brasileiro Graciliano Ramos e o português Carlos de Oliveira, nomes relevantes do neo-realismo de língua portuguesa, preocuparam- se, ao longo de suas narrativas, com a questão tanto moral como socioeconômica da miséria e da decadência humanas. E, no trato desses temas, não circunscreveram sua produção aos decantados binômios pobreza-bondade e riqueza-maldade: superaram-nos, trazendo à tona misérias diversas e que não são exclusividade do camponês ou do proletário. São as misérias da condição humana. Essa visão de mundo permitiu a ambos os escritores isolar os problemas e os aspectos inerentes a cada segmento humano/social, atribuindo-lhes os tons e as particularidades adequadas e verossímeis. No entanto, o drama humano que subjaz a essa segmentação continua o mesmo e cruel: o homem que sofre e faz sofrer pertence a uma cadeia na qual a dor provoca o desequilíbrio e o silêncio, e o medo pode desencadear a violência. Ramos e Oliveira não se referiam a casos ou a personagens isolados, ou a acontecimentos à margem do todo narrativo e da totalidade do mundo. Existem relações visíveis e/ou implícitas que interligam cada aspecto de suas tramas e demonstram a necessidade de não se ultrapassar o limiar dos acontecimentos e das personagens a não ser enquanto relação e concatenação. Para que esse princípio fosse bem-sucedido, foi necessária a eliminação da redundância estilística, residente na inutilidade de explicações óbvias ou cujo sentido encontra- se explícito em meio à narrativa, propiciando uma reflexão filosófica acerca do ser humano, englobando todos os níveis de significação relacionados à temática do homem como parte de um mundo em permanente evolução, não necessariamente qualitativa.
Publicado por ACS em 26 Jul 2009 | sob: cultura, marketing, submundo
Quantas vezes atropelamos e desconsideramos o sinal de que seria preciso dar uma pausa? Quantas vezes nos esquivamos de vivências importantes por querermos esperar o tempo em que estaremos “prontos”? Em cada um desses extremos, perdemos de vista o que realmente importa. De um lado, o corre-corre: o relógio como um oponente cruel com quem acreditamos travar uma luta. Luta-se contra as linhas no rosto, luta-se contra os sinais de fadiga, luta-se contra os limites. O mundo acelerado gera publicidade e nela se vende a ideia de que aquele que não acompanhar o ritmo imposto ficará pra trás. Mas qual será o fim dessa viagem? Dá tempo de pensar se quero isso para mim? São tantas horas preenchidas na agenda que, quando temos uma folga, precisamos logo pensar com o que iremos preencher! Não há tempo para estar consigo mesmo, para viver os ciclos naturais, e não apenas seguir adotando o que se vende como o ideal.
Publicado por ACS em 26 Jul 2009 | sob: alternative
Publicado por ACS em 26 Jul 2009 | sob: alternative
Publicado por ACS em 25 Jul 2009 | sob: jornalismo, cultura, submundo
Existe uma inferioridade voluntária, um auto-ataque à própria imagem que o brasileiro de classe média desinformado faz. Este “personagem” não busca motivos, pretextos sociais ou históricos para a auto-estima. A mídia de forma geral, contribui para esta situação, não valorizando pessoas e fatos nacionais dignos a isto. Esta inferioridade se dá pela falta de conhecimento (ignorância) de que o Brasil é um país conhecido por suas criações inventivas, mas que pelo complexo de vira-latas, estes complexados atacam com frequencia seus postulantes a Prêmios Nobel, como Carlos Chagas por exemplo. A grande-mídia tem papel fundamental na manutenção e continuidade deste complexo, desta auto-desqualificação. Claro que a questão da educação é relevante para uma mudança de cenário, porém, acredito que uma mudança de postura das empresas que controlam os meios de comunicação seria o caminho mais rápido, curto e eficaz para eliminarmos ou reduzirmos o complexo de inferioridade e corrigir a auto-estima. Isto vem mudando, no nordeste com maior evidência. Em São Paulo é engraçado (trágico) ver com frequencia a vontade de ser europeu ou americano, num deslumbramento pela cultura estrangeira, que parece uma tentativa de amenizar o complexo. Claro que não devemos rejeitar o que “vem de fora”, mas um certo nacionalismo cultural ameno seria bom, com mais leitura, mais reflexão sobre o Brasil que somos e o Brasil que seremos, reduzindo a importação cultural da massificação, da competição predatória e do imediatismo, importanto talvez a objetividade e a redução da burocracia. De maneira geral, evoluimos bastante neste assunto nos ultimos 10 anos.
A.Solviore
Publicado por ACS em 25 Jul 2009 | sob: politica & economia, jornalismo, marketing
A chamada ‘grande mídia’ exerce hoje brutal ditadura no mundo e no Brasil. Por aqui, cinco famílias monopolizam o setor. Com suas propriedades cruzadas, elas comandam emissoras de tevê, rádios, jornais, revistas, internet. Seu poder de manipulação também é brutal e sempre estiveram envolvidas nos episódios mais dramáticos de nossa história - seja na conspiração contra Getúlio Vargas, no golpe militar de 1964, nas iniciativas contra os direitos dos trabalhadores e contra a soberania nacional na Constituinte de 1988, na fabricação de ‘caçadores de marajás’ ou nas tentativas golpistas de desestabilização do governo Lula. Esse poder ditatorial, porém, tem sofrido muitos abalos. Há queda na tiragem e a audiência das emissoras privadas despenca. A internet possibilita, parcial e temporariamente, outro tipo de comunicação, mais interativa; sites e blogs se multiplicam. Veículos alternativos, mais críticos ao pensamento único neoliberal, também ganham prestígio; rádios comunitárias permitem maior diversidade informativa e relação com a comunidade. Na América Latina rebelde, laboratório do neoliberalismo e hoje na vanguarda da luta por mudanças, governantes progressistas apresentam propostas para democratizar os meios de comunicação. E enfrentam muita resistência.
Publicado por ACS em 25 Jul 2009 | sob: musica, pessoas
Se os roqueiros identificarão o rock, ou os sambistas o samba; se os saudosistas reclamarão um Caetano mais atrelado aos anos setentas ou mesmo a um repertório mais “nacional”, devido à presença massiva da guitarra; se torcerão o bico por opiniões e eventuais posições políticas do autor; se detalhes externos à obra determinarão o modo como algumas pessoas fruírão o disco… Tudo isso é tão previsível como inevitável. Eu, por mim, só posso dizer que não há aqui nem um disco de rock, nem um disco de samba, muito menos de um artista decadente em busca de revitalização a qualquer custo. Muito pelo contrário. Pode-se até não admirar o trabalho de Caetano, mas não se pode dizer de modo algum que ele é um artista entregue à auto-complacência, pois o que se ouve em Zii e Zie é a intrigante continuidade de uma carreira, de um modo de compor e, portanto, de refletir sobre a canção popular, um trabalho em andamento, vivo, intenso, mas paradoxalmente leve, extremamente leve… A maior testemunha desta leveza talvez esteja concentrada nos momentos mais dramáticos do álbum: na lírica melancólica de “Perdeu” e no ateísmo sorridente de “Diferentemente”, onde eventuais polêmicas são diluídas por uma poética do movimento, justamente o elemento mais representativo da obra de Caetano, para além de todo o hype e toda baboseira em torno de sua figura.
Publicado por ACS em 25 Jul 2009 | sob: pensamentos, cultura, submundo
Como complemento aos aparatos técnicos de proteção física proporcionados pela sociedade de controle, há que se lembrar que está a dispor do “homem pós-moderno” o consumo contínuo de remédios tranquilizantes, para que o seu sono e sua “sanidade psíquica” não sejam ameaçados pelo terror do pesadelo do “mundo dos outros”. O medo público movimenta a economia social, seja na aquisição dos produtos de segurança, seja no consumo dos remédios que proporcionam momentamente uma sensação de alívio psíquico diante da realidade angustiante do mundo exterior, pavor que retorna continuamente, para nosso desgosto.
Publicado por ACS em 25 Jul 2009 | sob: lugares
Este final de semana proporcionará um frio que muitos Estados do país desconhecem, se “expande” a onda de frio que leva a queda brusca da temperatura até o norte, que sentirá a “friagem”. Já o amanhecer deste sábado no Rio Grande do Sul, segundo a Metsul, será de frio excepcional como poucas vezes se viu nas últimas décadas. A Serra Catarinense também sentirá, segundo Ronaldo Coutinho , o frio que vem se mostrando extremamente forte desde ontem e se manterá até domingo, segundo Alertas da Defesa Civil, e não será apenas no Cone Sul.
Publicado por ACS em 25 Jul 2009 | sob: electronic
There is a place that I have seen
Somewhere between waking and sleeping
Now I can almost see
Figures upon the shore
He’s gathering in the oars
Where are you taking me
Publicado por ACS em 25 Jul 2009 | sob: alternative
Publicado por ACS em 24 Jul 2009 | sob: politica & economia, submundo
O golpe militar em Honduras relembra o triste papel da Igreja Católica na defesa dos privilégios dos ricaços na América Latina. Nas décadas de 1960/1970, a sua alta hierarquia organizou as marchas com “Deus, pela família e pela propriedade”, preparando o clima para a derrubada de presidentes nacionalistas. Com seu discurso anticomunista, ela deu apoio ostensivo a sanguinárias ditaduras. No Chile, ela abençoou o fascista Pinochet; na Argentina, alguns “religiosos” participaram até de sessões de tortura. Esta ligação carnal com os poderosos rachou a Igreja, com o florescimento da Teologia de Libertação e das Comunidades Eclesiais de Base, ligadas aos anseios populares. Este setor progressista cresceu e jogou papel de destaque na luta pela democracia e por reformas profundas no continente. Mas com a ascensão do cardeal polonês Karol Wojtyla, o Papa João Paulo II, houve nova guinada direitista no Vaticano, que investiu para dizimar os religiosos mais engajados nas lutas dos povos “pelo reino de Deus na Terra”. A hierarquia ligada aos poderosos retomou a ofensiva e voltou a cometer atrocidades, como no frustrado golpe na Venezuela de abril de 2002, no apoio aos separatistas da Bolívia ou nas ações de desestabilização do governo de Cristina Kirchner na Argentina. Agora, ela novamente mostra sua fase horrenda em Honduras.
Publicado por ACS em 24 Jul 2009 | sob: pensamentos
Esta alegria tem causa
talvez pelo contacto do mar
Inevitável pausa
Carícia a decifrar
O Sol brilha
bronzeia-me a consciência
ao lado de uma conquilha
que me beija a existência
O dia está quente
e o calor é honesto
na praia há muita gente
em liberdade de gesto
Compreendo afinal
a impressão deste momento
é um facto natural
o que agora acalento
E se triste algum dia ficar
Alegre ficarei também
porque me irei lembrar
deste verão como ninguém
Publicado por ACS em 24 Jul 2009 | sob: musica, submundo
Tem um som feminino e contemporâneo oriundo da África que é surpreendente, Nassif, carregando nas letras tintas explícitas de posicionamento político e antibelicismo. Tempos atrás a gente só sabia daquela alegria balançante da Miriam Makeba ou da sofisticação de uma Sade, lembra? Só que agora, com a Internet, se revela uma nova geração de cantoras nigerianas, mais para “world music”, que é uma maravilha. Entre tantas, talentosíssimas, queria sugerir a Asa - parece que a pronúncia é “Asha”. O chamamento da prisioneira à consciência do carcereiro, ambos paradoxalmente enjaulados, nesta canção, é antológico!
Publicado por ACS em 24 Jul 2009 | sob: futuro, submundo
Americans are so addicted to techno-surfing that they’ve gotten hubristic about how many machines they can juggle simultaneously. … using digital devices gives you “a dopamine squirt” … Americans woke up one day to find that they were don’t-miss-a-moment addicts who feel compelled to respond to all messages immediately. The tech industry is our drug dealer, feeding the intense social and economic pressure to stay constantly in touch with employers, colleagues, friends and family.
Publicado por ACS em 24 Jul 2009 | sob: ecologia, submundo
Os botos nadam por entre a copa das árvores. Curvam o corpo sinuoso, deslizam pelos ramos e se enroscam como serpentes em torno dos troncos canelados. Não se trata de nenhuma paisagem onírica extraída de romance; essa é uma cena real que ocorre na temporada das chuvas no alto Amazonas, a jusante da cidade peruana de Iquitos. O rio inunda a floresta tropical, permitindo que os golfinhos fluviais busquem alimento no meio da mata. O boto-cor-de-rosa (Inia geoffrensis), da Amazônia, afastou-se de seus ancestrais oceânicos há 15 milhões de anos, no período conhecido como Mioceno. Na época, “o nível dos mares era mais elevado”, explica o biólogo Healy Hamilton, e partes extensas da América do Sul, incluindo a bacia Amazônica, podem ter sido inundadas por águas rasas e salobras. Quando esse mar interior recuou, segundo a hipótese de Hamilton, os golfinhos permaneceram na bacia fluvial. Os botos amazônicos possuem testa gorda e um bico magro e alongado, adaptado para agarrar peixes entre ramos emaranhados ou para escarafunchar a lama do leito fluvial em busca de crustáceos. Ao contrário dos golfinhos marinhos, as vértebras do pescoço dos botos não estão fundidas, e isso lhes permite girar a cabeça em ângulos de até 90º, o que facilita sua movimentação. Eles também têm nadadeiras largas, uma barbatana dorsal reduzida (se fosse maior, poderiam acabar entalados) e olhos pequenos - uma espécie de “sonar” que lhes permite identificar suas presas na água lamacenta.
Publicado por ACS em 24 Jul 2009 | sob: cultura, marketing, empresas
Por que os bons criadores se tornaram empresários de sucesso? Porque eram bons planejadores. Eles tiram todo mundo da zona de conforto, não deixam nada parado. Isto é planejamento.
Publicado por ACS em 24 Jul 2009 | sob: submundo
Aqui está algo que você provavelmente não ficou sabendo. Enquanto todos assistiam o eclipse solar a magnetosfera do Planeta Terra estava “pegando fogo”. Ninguém conseguiu prever isso. Tudo começou quando um vento solar, aparentemente de baixa intensidade, atingiu o campo magnético da Terra. Nada deveria acontecer, mas um buraco no campo magnético permitiu que fosse gerada uma tempestade geomagnética e então as auroras boreais surgiram para a surpresa de muitos. O espetáculo, que durou cerca de 5 horas, pode ser observado perfeitamente em algumas partes do Canadá e EUA. Alguns disseram que as auroras estavam tão brilhantes que não conseguiram dormir naquela noite.
Publicado por ACS em 24 Jul 2009 | sob: acid jazz
This is a normal day right around my way
So parlez parlez parlez ‘cos it’s a lazy day
Publicado por ACS em 22 Jul 2009 | sob: industrial
Publicado por ACS em 19 Jul 2009 | sob: futuro
Uma equipe de pesquisadores da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, apresentou o primeiro protótipo de um processador quântico de estado sólido, dando mais um passo na longa trilha para a construção de um computador quântico prático. O processador quântico, fabricado com materiais supercondutores, tem apenas dois qubits (qubit é um bit quântico). Mesmo sendo bastante rudimentar, sua estrutura sólida é um dos elementos mais promissores da pesquisa. Outros experimentos com computadores quânticos utilizam átomos artificiais ou condensados de Bose-Einstein, que são muito difíceis de manter e perdem a coerência espontaneamente, levando junto os dados do “computador.”
Publicado por ACS em 19 Jul 2009 | sob: lugares, futuro
A professora Miriam Tozzi Bernardino, de 75 anos, guarda, há quatro décadas, a cópia da nota fiscal n 20.218, datada de 2 de abril de 1969, que atendia a um pedido de 100 dúzias de garrafas de 500ml da Água Lindoia Carrieri para a Missão Americana no Cabo Kennedy, na Flórida. O valor era de 226,00 cruzeiros novos. Disposta a provar que a cidade fundada pelo seu avô, Francisco Tozzi, participou efetivamente da primeira viagem do homem à Lua, Miriam também guarda uma garrafa de água de vidro, ainda cheia, com o rótulo consumido pelo tempo e a tampinha enferrujada. “Ela era das garrafas que foram para os Estados Unidos na época. A água foi retirada da Fonte Santa Philomena, que era do meu avô”, conta, mantendo o objeto guardado em uma estante como uma joia rara da família. Em uma procura ao redor do mundo pelos melhores produtos, a água teria sido escolhida pela Nasa (National Aeronautics and Space Administration) pelo seu elevado nível de radioatividade e grandes propriedades diuréticas. A sua baixa acidez e rápida absorção pelo organismo também contaram a favor. De acordo com informações do astrônomo Orlando Rodrigues Ferreira, do Observatório Municipal de Campinas “Jean Nicolini”, situado no Monte Urânia, na Serra das Cabras, no distrito de Joaquim Egídio, a água que brotava na região teria sido escolhida pelos norte-americanos para abastecer as baterias do foguete lançador Saturno 5 e também para o consumo dos astronautas que participariam da missão na Lua.
Publicado por ACS em 19 Jul 2009 | sob: lugares, futuro, submundo
Astrônomos australianos revelaram uma face escondida de uma enorme galáxia chamada Centauro A, que emite uma radiação na faixa de radiofrequências cobrindo uma área 200 vezes maior do que a Lua cheia. Depois de captarem as ondas de rádio com gigantescas antenas parabólicas, os astrônomos transformaram as emissões em uma imagem visível que permite, pela primeira vez, que se tenha uma visualização direta da dimensão dessa galáxia, que tem em seu interior um buraco negro monstruoso, com 50 milhões de vezes a massa do Sol.

Publicado por ACS em 19 Jul 2009 | sob: pensamentos
Vivemos de momentos. Alguns mais graves, outros inquietos, indecisos. Enigmas, enredos e monólogos. A flexíbilidade dos tecidos em rede absorvem o impacto dos momentos. Tecidos que detectam luz nas fibras em momentos superlativos e naturais. No império dos sentidos, os momentos são os veículos, são as carruagens. Alguns momentos se repetem sem a idéia da inovação, se repetem simples, fantásticos, majestosos. Refletindo sobre bons momentos, ouço o cavalaria chegando. Sou cavaleiro dos sentidos nas horas vagas.
Publicado por ACS em 19 Jul 2009 | sob: politica & economia, jornalismo, empresas
Os artiguetes do Globo e a CPI da Petrobrás têm o mesmo objetivo. Além de interesses eleitorais, visam a destruir a empresa vista por Sérgio Mota, ministro e amigo de FHC, “como um paquiderme que consumia US$ 9 bilhões em importações, prejudicando a balança comercial e a sociedade brasileira”. Segundo ele, caberia a David Zylbersztajn, então diretor da ANP, desmontar “osso por osso” a estatal. Essa é a missão que mobiliza quadros políticos do consórcio demo-tucano. Além da sobrevivência política, esse é o eixo das perorações de Arthur Virgílio, Álvaro Dias e Demóstenes Tôrres, entre outros representantes da direita figadal. Não é por outro motivo que os jornais se empenham em investigar “irregularidades inadmissíveis.” O que está em jogo é o destino de uma empresa que hoje está em quarto lugar entre as 200 maiores do mundo. Some-se a isso um futuro marco regulatório que, segundo o presidente Lula,”irá balizar o setor e evitará que outros governos tentem “privatizar” o insumo e conceder sua exploração a empresas privadas” e surge a noção exata do paquiderme que incomoda o entreguismo.
Publicado por ACS em 19 Jul 2009 | sob: politica & economia, jornalismo, submundo
O paulista não se lembra nunca do governo do Estado na hora de reclamar dos problemas locais porque o governo estadual deixou de ser fiscalizado e criticado pela imprensa de São Paulo há quase vinte anos. Vai daí que, para o paulista, tudo é responsabilidade do governo federal. E, como São Paulo só faz piorar, o povo desse Estado fica insatisfeito com o governo Lula em vez do governo Serra. Se você que não é de São Paulo não acredita no que digo, pergunte a um paulista típico se a Saúde, a Educação, o Transporte, a Segurança etc estão bons. Ele responderá que está tudo horrível. Daí, pergunte de quem é a culpa e ouvirá só criticas a Lula. Isso acontece porque a classe social esclarecida, que sabe de quem é a responsabilidade por cada quesito supra mencionado, é de direita, abastada e acha que, para manter seus privilégios, é preciso haver desigualdade social. E as camadas sociais que mais sofrem – ainda que todas sofram com problemas que não se resumem aos pobres – são incultas e não sabem que a vida em São Paulo é proporcionalmente pior do que no resto do país por conta do governo do Estado. E não sabem simplesmente porque este governo é invisível na mídia.
Publicado por ACS em 19 Jul 2009 | sob: lugares
A dupla de casas noturnas de Sorocaba, Bikini e Tribeca, tem um publico sensacional, pessoas bonitas e bem vestidas que fazem a noite de Sorocaba. Mas como nada é perfeito, as duas tem um problema muito sério, seus Dj’s são péssimos, ruins, nada atualizados e tocam um pop que doi nos ouvidos.
Publicado por ACS em 18 Jul 2009 | sob: lugares, pessoas
NOME: ESPORTE CLUBE GOLFINHO
CIDADE: Guarulhos / SP
FUNDAÇÃO: 12 DE DEZEMBRO DE 1970
CORES OFICIAIS: verde / preto / branco
HISTÓRICO: Sem dúvida uma das equipes brasileiras com o nome mais original e agradável. Uma das forças do futebol amador chegou a conquistar o bicampeonato da Taça Arizona de 1975 e 1976, competição organizada pela Gazeta Esportiva e patrocinada pela Companhia Souza Cruz que congregava equipes amadoras de todos o país. Após este feito a equipe se aventurou no futebol profissional paulista em 1978 disputando a 3ª Divisão, na realidade era a quinta divisão. Sua participação foi razoável, disputou o grupo A ficando em 4º lugar e não conseguindo a sua classficação para a fase final. Disputou 15 partidas, com 09 vitórias, 01 empate e 05 derrotas. Marcou 27 gols e sofreu 12 gols. Após esta aventura a equipe se retirou do profissionalismo e foi encampada pelo Flamengo, outra equipe de Guarulhos.

Publicado por ACS em 18 Jul 2009 | sob: lugares, pensamentos
“If you leave somebody set them free” em uma bela praia brasileira com placas em italiano num bar chamado “Sting”. Terra estrangeira. Todos a bordo da eternidade virtual. Sentado a mesa com empreendedores rurais interessados apenas na expansão de suas atividades, olhando para o Sol entre nuvens pensei em Marte e nos planetas rochosos. Alguem comentou algo sobre os índios Guarani no Mato Grosso do Sul, mas minha cabeça estava mesmo é na serra da Mantiqueira. Terras indígenas, terras brasileiras. Decidimos ir para o campo de Golfe, eu pensando no Afeganistão e nas tropas com sede. A cotação do dolar era a preocupação de alguns, a minha era o vôo de amanhã. Depois de tanto calor queria aproveitar os caminhos do frio.
Publicado por ACS em 18 Jul 2009 | sob: jornalismo, submundo
Mas a mídia hegemônica prefere evitar qualquer engajamento dos jovens. Ela aposta sempre na alienação e ceticismo. Rejeita qualquer ação coletiva. Prefere estimular o consumismo doentio e o individualismo exacerbado. Por isso, o evento da UNE surge, no máximo, no pé de página dos jornalões tradicionais ou em rápidos flashes na TV. Quando ela trata do evento, é para atacar a organização juvenil e criminalizar suas lutas. Ela omite ou emite opiniões raivosas. Como nos ensina Perseu Abramo, no livro “Padrões de manipulação na grande imprensa”, a ocultação e a inversão da opinião pela informação são duas técnicas muito utilizadas pelos barões da mídia.
Publicado por ACS em 18 Jul 2009 | sob: musica
A música brasileira ainda vive sob a orientação de seus dois movimentos musicais mais importantes que, durante a década de 1960, determinaram um eixo em sua história: Bossa Nova e Tropicália. A primeira redefiniu os parâmetros de nossa canção adensando seu imenso legado e apontando a novíssimas direções; a segunda, excedendo a premissa bossanovista, dilacerou seus limites atingindo quase a não-canção. Em suma, e de maneira bastante reduzida, pode-se dizer que a Bossa Nova representaria os artistas que buscam uma certa sofisticação musical e a Tropicália, aqueles que se identificam com a invenção, ainda que tais características sejam encontradas em ambos os movimentos. O +2, grupo formado por Domenico Lancelloti, Kassin e Moreno Veloso, transita tanto pela Bossa Nova quanto pela Tropicália, por tudo aquilo que esses dois movimentos agregam ou negam. Não se trata mais de organizar ou destruir um pensamento, há espaço para tudo e para todos em sua música, com idéias apresentadas não mais sob o conteúdo programático de um movimento musical, mas por algo mais íntimo, uma banda. Organizados de modo muito original, ainda que pertençam a uma banda, cada integrante se individualiza a cada CD lançado, estampando na capa seu nome à frente do nome do grupo. Sempre com a colaboração dos demais, todos têm sua vez de “dirigir” o grupo. Desse modo, já lançaram três discos: Moreno+2 — Máquina de escrever música (2001), Domenico+2 — Sincerely hot (2003) e Kassin+2 — Futurismo (2006). A princípio é difícil determinar o que caracteriza a música produzida pelo +2, dada a quantidade de referências que ela carrega e o modo como se constituem as canções. Na sua grande maioria elas não se desenvolvem, ficamos esperando por algum desfecho que nunca vem. Quase sempre circulam em uma única parte, e quando há uma segunda é mais para se obter variações sonoras (e não harmônicas), sem desdobramentos da melodia, distanciando-se, neste ponto, da Bossa Nova. Em contrapartida, a maneira de cantar dos três compositores segue os passos da Bossa Nova, com uma voz sem corpo, quase anêmica, tendendo ao anonimato — às vezes fica difícil saber quem está cantando. Essa intenção de rebaixamento não se limita à voz, estendendo-se a outros elementos da canção, o que provoca um desfocamento em nossa audição. Há um clima de apaziguamento, esgarçamento, o que leva o ouvinte a dar muitas voltas em torno de uma mesma canção. Mas são justamente dessas voltas que surge a graça da música do +2, quebrando a monotonia que a princípio parece existir.
Publicado por ACS em 18 Jul 2009 | sob: politica & economia
Entenda melhor o que está por trás dessa escalada de CPIs, escândalos e tapiocas da mídia. A candidatura dele naufragou. Seus eleitores ainda não sabem, seus aliados desconfiam, ele está quase convencido, mas naufragou. Política e economia têm pontos em comum. Algumas forças determinam o rumo do processo, que ganha uma dinâmica que a maioria das pessoas demora em perceber. Depois, torna-se quase impossível reverter, a não ser por alguma hecatombe - um grande escândalo.
Publicado por ACS em 18 Jul 2009 | sob: politica & economia, submundo
Publicado por ACS em 18 Jul 2009 | sob: politica & economia
Com a abertura de 119.495 empregos formais celetistas em junho, o Brasil fecha o primeiro semestre de 2009 com saldo positivo de 299.506 novos postos de trabalho gerados. Esse resultado constitui o quinto mês consecutivo de expansão e o segundo melhor saldo mensal do ano, ligeiramente menor que o ocorrido em maio de 2009 (131.557 postos), segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego, divulgados hoje pelo ministro Carlos Lupi. O número de admissões em junho foi de 1.356.349 e o de desligamentos foi de 1.236.854. Entre janeiro de 2003 a junho de 2009 foram gerados 8.020.478 postos de trabalho com carteira assinada. O estoque de trabalhadores formais no país é de 32.292.808. “Entre todos os países do G-20, o Brasil é o único com saldo positivo de empregos. O poder de compra, alavancado com o bom crescimento do salário médio dos brasileiros ao longo dos últimos anos, é que está promovendo a continuação da produção, que movimenta a economia”, destacou Lupi.
Publicado por ACS em 18 Jul 2009 | sob: futuro, cultura
Hoje completam-se 3 anos de vida do Blog Controvérsia. Em 17 de julho de 2006 lançamos esta idéia que perdura até então. Dirão alguns que aos 3 anos o Blog é ainda muito novo no ciberespaço. Dirão outros que viver 3 anos no mundo da realidade virtual é, no mínimo, digno de nota. De um jeito ou de outro me orgulho por conseguir manter a atualização do Blog nestes mais de mil dias, me alegro pela participação dos visitantes, que deixam seus comentários, fazem suas críticas, sugerem conteúdos, enfim, participam das Controvérsias e compartilham este espaço de leitura e debate. Meu forte agradecimento a todos pelo acesso e divulgação. Espero estar aqui nos próximos aniversários. Se assim vocês o quiserem. Valeu.
Publicado por ACS em 18 Jul 2009 | sob: futuro, submundo
As fitas originais com as imagens da Apollo-11, primeira missão tripulada à Lua, perderam-se para sempre, afirmou a Nasa na quinta-feira (16). Em entrevista coletiva marcada para divulgar uma versão restaurada de imagens feitas a partir de uma transmissão televisiva, em 20 de julho de 1969, a agência espacial reconheceu que as fitas que registraram diretamente a alunissagem foram apagadas sem querer para que fossem reutilizadas.
Publicado por ACS em 18 Jul 2009 | sob: electronic