Agosto 2009
Arquivo Mensal
Arquivo Mensal
Publicado por ACS em 31 Ago 2009 | sob: classic rock
Publicado por ACS em 30 Ago 2009 | sob: pensamentos
Ambas as portas fechavam muito bem, como se fossem novas, encaixes perfeitos. O espelho retrovisor interno era grande e largo. Em 1991, ouvindo Depeche Mode em meus momentos de contemplação, usava o espelho retrovisor para acompanhar os movimentos da rua, com o carro estacionado, sob pretextos as vezes sombrios. O carro de um azul poético que determinava meu estilo energico e ao mesmo tempo definitivamente atormentado.
A.Solviore
Publicado por ACS em 30 Ago 2009 | sob: musica, pessoas
“Opinião de Arthur Rubinstein ao lhe ser dito que estava a tocar piano melhor do que nunca: - Também acho. Afinal já fiz 80 anos; por isso arrisco-me muito mais do que antes. Os perigos já não são tão grandes, e posso dar-me ao luxo de corrê-los. Eu costumava ser muito cuidadoso. Tentava não errar nem uma nota, nem atravessar o tempo, nem inventar nada. Agora eu liberto-me e divirto-me muito mais. Para o diabo com o resto - excepto a música!”
Publicado por ACS em 30 Ago 2009 | sob: livros, futuro, software
O skoob foi construído ao som de “Good People”, Jack Johnson, e pretende ser a resposta à pergunta feita na música: “Where’d all the good people go?”, “Para onde todas as pessoas boas foram?”. Aqui é o lugar para onde as pessoas boas foram e onde elas se encontram. o skoob é o local onde você diz o que está lendo, o que já leu e o que ainda vai ler, seus amigos fazem o mesmo e assim, todos compartilham suas opiniões e críticas. É também um lugar para fazer novos amigos, tem muita gente que gosta dos mesmos livros que você, nosso papel é ajudá-lo a encontrar essas pessoas e saber quais são suas dicas para a sua próxima leitura.
Publicado por ACS em 30 Ago 2009 | sob: politica & economia, futuro
Publicado por ACS em 30 Ago 2009 | sob: futuro, ecologia
O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) divulgou na última sexta-feira, 28 de agosto, os primeiros dados sobre a regeneração de áreas de florestas desmatadas na Amazônia. O levantamento preliminar do Inpe, feito para o Amapá, Pará e Mato Grosso, mostra que em média 20% da floresta derrubada está conseguindo se recompor. Para o cálculo da área em regeneração, o Inpe considerou as áreas em que a floresta conseguiu crescer o suficiente para que os satélites identificassem a cobertura vegetal. O levantamento utilizou as imagens de 2007. No Pará, dos 233.399 quilômetros quadrados (km²) derrubados, cerca de 50 mil km² estavam em processo de regeneração, 22% do total. No Amapá, o Inpe registrou um percentual de regeneração de 25%, com 619,7 km² de área em recuperação dos 2,4 mil km² desmatados no estado. Em Mato Grosso, do total de 201.798 km² desflorestados, 22,1 km² estão se regenerando, o equivalente a 11%.
Publicado por ACS em 30 Ago 2009 | sob: politica & economia, pessoas
Começo por essa digressão, um tanto metafísica para sustentar que é legítimo dizer que o “País” – se me for permitido a licença metonímica – cometeu um erro terrível em 1989. É certo que não há erro sem história, o que poderia nos levar a atenuar possíveis culpas por meio da crença de que “fomos levados ao erro”. Que seja. Mas, de que erro se trata? Falo abertamente da escolha de Fernando Collor de Mello como presidente da República. Às malvas o bacharelismo jurídico, que absolve o absurdo pela referência à legitimidade do ato, e a crença dos especialistas de que os eleitores sempre sabem o que fazem, em curiosa falácia de composição: seres humanos enquanto indivíduos cometem erros, mas quando se transformam em eleitorados são revestidos da misteriosa prerrogativa da lucidez e da expressão de verdades básicas. É evidente que não há alternativa melhor do que a de conceder a maiorias eleitorais a prerrogativa de governar e constituir os corpos legislativos. Mas isso não as põe a salvo do absurdo, da frivolidade e da estupidez das escolhas. O eleitorado errou em 1989, tanto quanto acertou em 1994, 1998, 2002 e 2006. Nessas quatro oportunidades os vitoriosos apresentaram razões razoáveis ao País como fundamentos de suas pretensões à vitória política. O experimento de 1989 foi de outra ordem. Não é o caso de exumá-lo, mas apenas de lembrar o clima manicomial que assolou na altura a política brasileira, com intensa exibição de personagens deletérios, todos a gravitar em torno daquilo que Candido Mendes, em expressão inspirada, designou como o “Príncipe Negro”. Fernando Collor de Mello foi afastado da vida pública brasileira por meio de processo piedoso que o livrou das consequências penais de seus atos, até que recentemente se aproximou da porta dos fundos, ao ocupar uma vaga no Senado. Ocupava, desde então, lugar cativo na vasta galeria do baixo clero, até que foi reconduzido ao cenário maior da vida pública brasileira por gesto do presidente Lula, que valeu como uma anistia. Um gesto, de resto, típico de seu autor, um sujeito político que se representa como síntese do País e como praticante de uma arte política sincrética e espaçosa. Mas, por mais que tal gesto seja passível de análise por parte de uma psicologia política, temo que o tema do erro tenha se imiscuído mais uma vez na história recente. Não um erro com dimensões colossais como o de 1989, mas, ainda assim, um gesto capaz de reintroduzir na dinâmica política do País um profissional da inautenticidade e da intimidação.
Publicado por ACS em 30 Ago 2009 | sob: pensamentos
Amigos, não consultem os relógios
quando um dia eu me for de vossas vidas
em seus fúteis problemas tão perdidas
que até parecem mais uns necrológios…
Porque o tempo é uma invenção da morte:
não o conhece a vida – a verdadeira –
em que basta um momento de poesia
para nos dar a eternidade inteira.
Inteira, sim, porque essa vida eterna
somente por si mesma é dividida:
não cabe, a cada qual, uma porção.
E os Anjos entreolham-se espantados
quando alguém – ao voltar a si da vida –
acaso lhes indaga que horas são…
Mário Quintana
Publicado por ACS em 30 Ago 2009 | sob: post-rock
Underneath the leaves where the blackbirds turn blue
If there’s room for me
There’s room for you
Publicado por ACS em 30 Ago 2009 | sob: electronic
The sun went down and the ground started sort of grinding
A blinding light tore across the sky
A cyclone swept the landscape out
and left it completely flattened out
And several twirls of smoke unfolded like gigantic flowers
Publicado por ACS em 30 Ago 2009 | sob: electronic
Publicado por ACS em 29 Ago 2009 | sob: pensamentos
belas pérolas soltas e aliviadas,
acendem o dia e a noite naturalmente.
tensas célebres e inexperientes,
olhares fixos de observadores em mobílias reluzentes,
exatamente no seu lugar com estratégias convenientes,
tudo era matéria suspensa procurando jornadas diferentes.
a.solviore
Publicado por ACS em 29 Ago 2009 | sob: jornalismo
Os jornais e programas jornalísticos cada vez mais são feitos imaginando-se leitores e espectadores que só leiam, escutem e vejam as manchetes, sem dar bola para o texto da notícia ou para o que dizem debatedores e entrevistados. No neo-jornalismo brasileiro - simbolicamente fundado quando a palavra “suposta” ganhou a capa de revistas e jornais - a leitura da notícia desmente a manchete, desmoralizando a um só tempo o repórter, o editor e o leitor, num strike suicida, como um jogador de boliche que atira a bola para cima. Talvez a antiga imprensa esteja certa e eu faça parte de uma ridícula minoria, espécie em extinção que ainda lê o texto das notícias e raciocina por conta própria, mas sinto informar que para nós, antigos fãs das letras miúdas, tão pagando um micão! Não vou mudar de assunto, tenho mais o que fazer. Só voltarei a levar a antiga imprensa a sério quando responderem de maneira aceitável e adulta a pelo menos algumas das perguntas que eles mesmos fizeram tantas vezes…
Publicado por ACS em 29 Ago 2009 | sob: politica & economia, jornalismo
Sintomas:
* Febre de 40º provocada pelo aumento da popularidade do Presidente;
* Dor de cotovelo intensa do Governo;
* Demonização diária do Governo e do partido;
* Calafrios frequentes com o avanço econômico e social do Brasil;
* Crise artificial constante;
* Cansaço do Movimento Cansei;
* Audiência baixa e em queda continua;
* Catarrada nas conquistas do povo;
* Arrepios com novas pesquisas eleitorais;
* Ardor nos olhos dos telespectadores;
* Arrepios com o aumento da audiência da concorrência;
* Medo constante da concorrência.
Previna-se:
* Desligue a TV ou mude de canal quando anunciarem uma nova crise artificial.
* Evite ouvir entrevistas com os “moralistas”.
Paulo Henrique Amorim | Conversa Afiada | Guerrilheiro do Entardecer
Publicado por ACS em 29 Ago 2009 | sob: futuro, ecologia, submundo
Em 1983, enquanto explorava uma pequena floresta denominada Malundwe, numa extremidade da Reserva de Caça de Selous na Tanzânia, um de nós (Wasser) encontrou dois crânios de elefantes dispostos lado a lado. Um deles, de fêmea, era grande, e o outro pequeno – os molares tinham um quarto do tamanho dos da fêmea e ainda não tinham sido usados o bastante para exibir vestígios de desgaste. Um guarda nos contou que, inicialmente, os caçadores atiraram no elefante jovem para atrair a mãe aflita, perto o suficiente para matá-la e extraírem suas enormes presas. Essa exploração dos laços de família do sofisticado sistema social dos elefantes se repete indefinidamente na África. A Reserva de Caça de Selous é a maior área africana protegida, no entanto, estava entre as mais invadidas durante as divulgadas matanças ocorridas entre 1979 e 1989. Pelo menos 700 mil elefantes foram mortos durante esse período – 70 mil apenas em Selous. Depois, em 1989, o novo diretor de vida selvagem da Tanzânia lançou uma grande operação contra a caça ilegal, denominada Uhai. O esforço combinado de guardas florestais, policiais e militares, rapidamente acabou com a maior parte da caça ilegal no país. Depois, a Tanzânia uniu-se a seis outros países, organizando uma bem-sucedida petição para o acordo gerenciado pela ONU, conhecido como Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies da Fauna e da Flora Selvagens Ameaçadas de Extinção (Cites, na sigla em inglês) colocando o elefante africano na lista como uma espécie constante do Apêndice I. Este regulamento baniu com eficiência todo o comércio internacional de elefantes e seus produtos. A publicidade gerada pelo assunto tornou o sentimento público tão forte contra o comércio de marfim que quase eliminou a demanda de marfim no mundo todo; em resposta, a maior parte da caça ilegal cessou abruptamente. Os países ocidentais ajudaram a manter a calmaria despejando grandes somas de auxílio para os esforços contra as caça ilegal em toda a África. Coletivamente, este foi talvez o ato mais eficaz de legislação internacional sobre a vida selvagem na história, e a pressão pública foi um instrumento para seu sucesso. Mas a trégua durou pouco. Alguns países africanos se opuseram ao banimento continental desde o princípio e nunca pararam de defender a sua reversão. A ajuda dos países ocidentais escasseou, deixando os países pobres africanos com bastante equipamento contra a caça ilegal, mas nenhum dinheiro para a sua manutenção. O marfim também se tornou símbolo de status da classe média emergente em países industrializados do Extremo Oriente, como a China e o Japão. A demanda dessas nações e de outros países ricos, incluindo os Estados Unidos, elevou o preço de atacado do marfim de alta qualidade de US$ 200 por kg em 2004, para US$ 850 por kg em 2007. O preço dobrou novamente até 2009. As autoridades chinesas estimaram o valor de varejo de 790 kg de marfim confiscado no sul da China em março de 2008 a US$ 6.500 por kg.
Publicado por ACS em 29 Ago 2009 | sob: futuro, empresas
Uma empresa com sede na Flórida, que se vangloria por comercializar o primeiro microchip RFID implantável em seres humanos e aprovado pelo governo dos EUA, está agora voltando sua unidade de pesquisas para “preparação de emergências”, esperando produzir um implante que possa automaticamente detectar na corrente sanguínea do hospedeiro a presença do vírus da gripe suína ou outros vírus considerados como “bio-ameaça”. A empresa VeriChip atualmente vende uma minúscula cápsula sub-cutânea de identificação por RFID, e que pacientes podem optar por implantar ou não, contendo um número ligado a seus registros médicos, possibilitando aos médicos, por meio de um leitor especial, acesso a esta informação mesmo que o paciente esteja inconsciente ou sem documentos. A empresa se vangloria que seu micro-chip, mais ou menos do tamanho de um grão de arroz, é o único aprovado pelo pelo FDA, orgão governamental dos EUA que faz o controle dos alimentos e medicamentos. Mas a VeriChip está agora voltando suas atenções para outros usos ta tecnologia, incluindo micro-chips que que seriam usados para rotular e registrar restos humanos após um desastre e implantes que a compania espera que seja capaz de avisar se o portador do implante está infectado com o H1N1 da gripe suína, o H5N1 da gripe aviária ou outros agentes pandemicos tidos como “bio-ameaça”.
Publicado por ACS em 29 Ago 2009 | sob: electronic
Publicado por ACS em 29 Ago 2009 | sob: classic rock
Publicado por ACS em 24 Ago 2009 | sob: industrial
You are in black darkness and confusion
You have been hugger, muggered and carom-shotted into a war, and you know nothing about it.
You know nothing about the forces that caused it,
or you know next to nothing.
You are not to win this war.
You cannot win this war.
Publicado por ACS em 24 Ago 2009 | sob: electronic
Publicado por ACS em 23 Ago 2009 | sob: pensamentos
Expressar gratidão através do choro, em palavras cantadas, cortadas, enquanto as lágrimas escorrem, agulhas fincadas no coração, e mesmo em latim as palavras não conseguem expressar os sentimentos, que se apresentam rasgados, piano torto, notas desafinadas, como livros bem guardados na estante ou as ruínas de uma cidade que renasce. Sou grato aos meus amigos. Muito grato mesmo.
A.Solviore
Publicado por ACS em 23 Ago 2009 | sob: futuro, cultura, submundo
Este site tem por objetivo divulgar, explicar, inspirar, homenagear e produzir cultura SteamPunk. O SteamPunk é um sub-gênero da Ficção Científica, fruto de um Século XIX imaginário, anacrônico, tecnologicamente precoce e à base de vapor e eletricidade.
Publicado por ACS em 23 Ago 2009 | sob: pensamentos
Não anseio tirar nada daqui porque não vivo de jornalismo, e estou velho demais para começar a viver. Com este blog quero apenas dar exemplo de conduta sensata, tolerante, humanista. E quero mostrar que qualquer cidadão pode interferir com sucesso nas grandes questões quando só visa o bem da coletividade. Acreditar em você, portanto, é uma forma de eu continuar acreditando na vida, em que vale alguma coisa continuar vivendo, em que este lapso de tempo que passamos neste planeta, nesta dimensão, nesta realidade que nos cerca, não é um evento pateticamente inútil. Acredito que existe um plano por trás da criação. Não sei se é o Deus cristão, o budista ou se os deuses eram astronautas, mas não consigo conceber um universo tão impressionante, uma natureza tão sábia, sem que tudo isso decorra de um plano transcendental. Daí que, daqui até o dia em que fechar meus olhos de vez, continuarei postando pensamentos e percepções, enfim, idéias e condutas que estimulem o melhor das pessoas, pois acredito que disseminando o positivo, o edificante, a sociedade melhora para todos, inclusive para mim.
Publicado por ACS em 23 Ago 2009 | sob: futuro, ecologia
Há quase 5 bilhões de anos, uma estrela explodiu na Via Láctea espalhando poeira pelo espaço. A gravidade juntou os grãos em pedaços maiores. Assim surgiu o planeta Terra. Há 3,5 bilhões de anos, da massa de moléculas inanimadas de carbono surgiu a vida. Parece milagre, mas é pura química. O planeta, então, era freqüentemente bombardeado por meteoros, restos da explosão inicial.
1. De tempos em tempos, a vida na Terra sofre um grande golpe e ocorre uma extinção em massa. Foi assim há meio bilhão de anos, quando boa parte dos seres sumiu de repente. Pouco se sabe sobre a tragédia – mas a prova de que ela aconteceu são as conchas fossilizadas de animais marinhos, cuja diversidade teve uma brusca redução.
2. Há 230 milhões de anos ocorreu outra grande extinção. Das espécies marinhas, 96% simplesmente sumiram. Algumas teorias especulam que grandes erupções vulcânicas provocaram isso. Essa extinção em massa, conhecida como a do fim do Permiano, foi muito pior do que a que acabou com os dinossauros.
3. A culpa pela extinção em massa que assolou o planeta há 65 milhões de anos, matando os dinossauros, geralmente é atribuída a um meteoro, embora ainda haja dúvidas. Paradoxalmente, o cataclismo foi um impulso para a vida: abriu espaço para que outras espécies se desenvolvessem. Fenômeno parecido aconteceu em outras extinções.
4. Vivemos hoje outra imensa extinção em massa, esta com uma causa bem diferente das outras: a ação humana. Centenas de espécies somem todos os dias por causa da perda de hábitats, principalmente nas florestas tropicais. O homem já é a maior força transformadora do planeta, superando tempestades, furacões e terremotos.
Publicado por ACS em 23 Ago 2009 | sob: pessoas, marketing
Eu sei que aí tem algumas mulheres muito bonitas. Como algumas da mais bonitas e carismáticas mulheres da Terra, vocês parecem ter sorte. O que é ótimo. Agora falando sério, eu acho os brasileiros muito sortudos em aproveitar uma cultura cheia de vida, colorida e sensual. É um contraste tremendo com a cultura americana. Eu creio que os criativos brasileiros são particularmente fantásticos quando vem trabalhar aqui nos Estados Unidos. Digo isso porque tive a honra de trabalhar com alguns brasileiros muito talentosos na Leo Burnett. Nós estamos falando de um país que usa a comunicação para encorajar as pessoas a fazerem xixi no banheiro. É fantástico. Quero dizer, da minha rígida perspectiva americana, é impossível não olhar pra um anúncio brasileiro e não dar um sorriso. Acho que 90% do trabalho de vocês é mais interessante e provocante do que 90% do nosso trabalho. Se a Wieden um dia abrir um escritório aí, vou ser o primeiro a levantar a mão para uma transferência.
Publicado por ACS em 23 Ago 2009 | sob: pensamentos
A sorte é o salva-vidas das pessoas que não tomam a sagrada decisão de fazer uso da força de vontade para criarem suas próprias sortes e destinos. A força de vontade está disponível, é só começar a fazer uso dela.
Publicado por ACS em 23 Ago 2009 | sob: pop
Minha escola é a rua
Sempre me dei bem
Brilho tanto quanto a lua
Não preciso de ninguém
Publicado por ACS em 23 Ago 2009 | sob: mpb
Olha a preta colada no tronco
De caroço branco que mão do moleque
Olha a preta de caroço branco
Que a mão do moleque arranca no toque
O que bate na boca que é jaboticaba
Faz ploquet pluft nhoc
Publicado por ACS em 23 Ago 2009 | sob: pop
Uma loura tem que comer seu coração, não!
Eu só quero ser o campeão da canção
Um ídolo, um pateta, um mito na multidão
Mas ela não entendeu minha intenção
Tragou, dissolveu, degustou, digeriu, comeu
Publicado por ACS em 22 Ago 2009 | sob: electronic
Publicado por ACS em 22 Ago 2009 | sob: electronic
Publicado por ACS em 22 Ago 2009 | sob: rock
I am the boy that you love yeah
To despise I am an object
To mock and critisise don’t believe
Your eyes or lies
Publicado por ACS em 21 Ago 2009 | sob: jornalismo
O problema principal do jornalismo declaratório é que o material oferecido aos leitores resulta sempre de um critério centralizado de escolhas, induzindo-os a acreditar que se trata de um resumo das opinioes dos entrevistados, quando na verdade se trata de composiçoes fortemente influenciadas pelas intençoes de quem edita.
Publicado por ACS em 20 Ago 2009 | sob: lugares, pensamentos
Nas pegadas das minha botas / Trago as ruas de Porto Alegre / E na cidade de meus versos / O sonho dos meus amigos.
Bebeto Alves
Publicado por ACS em 20 Ago 2009 | sob: electronic
Publicado por ACS em 19 Ago 2009 | sob: electronic
Publicado por ACS em 17 Ago 2009 | sob: pensamentos, submundo
Gosto é da tragédia, caos, solidão, loucura, subterrâneos. Não curto esta vidinha burra onde o que importa é ser amado. No terreno movediço das preferências, não faço juízo de valor. Há um déficit de argumentos no mercado da opinião. E há um superávit de egos inflados no cenário dos diletantes que opinam. Não quero viver de ismos, mas a esmos… Todo processo civilizatório é a morte de uma cultura. Sou o bobo desta corte burlesca que desfia moralismos e desafia a ética. Sou um bufão. Pierrô não mais apaixonado pela colombina, neste carnaval que me transformaram. Eu acredito em pagodeiros, sertanejos, tucanos, metalúrgicos, em métodos cirúrgicos hollywoodianos. Eu acredito nos lúmpens da nobreza dirigente. No indigente intelectual. No ente partidário. No pingente sectário. Eu arlequim enamorado pela lona circense que tolda os meus sonhos, minha vontade e o meu destino. Sou Sísifo. Sou Prometeu. Sou Tântalo. Creio em todos aqueles que, dedo em riste, acusam os outros para esconder aquilo que são ou estão prestes a se transformar. Acredito na reeducação daqueles que nunca foram educados. “muito prazer, meu nome é otário.” Acredito na saúde de dentes podres e nos tratamentos que remedeiam e remendam o irremissível. Na regeneração nos presídios degenerados.
Publicado por ACS em 17 Ago 2009 | sob: chillout
When you feel divided Lost from source
When your anchor is drifting
Without a course
Remember you’re Divine Heaven’s for the pure design
Remember you’re Divine Brilliant stars will shine, they shine
We are, we are Divine.
Publicado por ACS em 17 Ago 2009 | sob: pensamentos, pessoas, saude
A felicidade das pessoas ao seu redor influencia na sua própria felicidade. É isso o que indica um estudo realizado por dois professores das Universidades de Harvard e da Califórnia e divulgado recentemente. A pesquisa levou 20 anos para ficar pronta e envolveu cinco mil indivíduos. Para os pesquisadores, uma pessoa feliz gera uma reação em cadeia que beneficia não só os seus amigos, mas os amigos dos seus amigos, e os amigos dos amigos de seus amigos. Segundo o estudo, a felicidade se espalha através de redes sociais como um contágio emocional. Quando um indivíduo torna-se feliz, o efeito rede pode ser medido até três graus e durar até um ano. Já a tristeza, por outro lado, não se espalha através de redes sociais de forma tão enérgica como felicidade. Ainda bem! Os pesquisadores dizem ter se interessado pelo tema depois de lerem diversos estudos sobre os fatores que influenciavam nos níveis de felicidade das pessoas. Diversas áreas da ciência, como medicina, economia, psicologia, neurociência e biologia evolutiva já tinham identificado uma ampla gama de estímulos para a felicidade (ou infelicidade), mas nenhuma havia abordado um eventual fator determinante da felicidade humana: a felicidade dos outros.