Novembro 2009

Arquivo Mensal

Bring On The Dancing Horses

Publicado por ACS em 30 Nov 2009 | sob: musica

Bodi Bill - I like holden caulfield | Electronic | Berlim. Muito bom.
Robin Beanland - Funky’s Fugue | Game Music | Oh yeah! Donkey Kong.
Simple Minds - Bring On The Dancing Horses | Pop | Versão surpreendente do clássico do Echo & The Bunnymen. 2001.

www.nxradio.com.br

The Art Of Vera (2)

Publicado por ACS em 29 Nov 2009 | sob: arte

www.woostercollective.com

movimento dos sem-mídia

Publicado por ACS em 29 Nov 2009 | sob: jornalismo

ong contra o mau jornalismo

mais agressiva. mais raivosa. desesperada.

Publicado por ACS em 29 Nov 2009 | sob: jornalismo

Esse espaço do Clovis Rossi na Folha (*) passou a empregar uma linguagem mais agressiva. Mais raivosa. Desesperada.

Conversa Afiada

a imagem de nós mesmos diante dos outros

Publicado por ACS em 29 Nov 2009 | sob: cultura, submundo

A um gentil “Como vai?” no elevador do escritório, pouca gente responderia que está muito deprimida porque vai se divorciar, mesmo que seja verdade. Pura sociabilização. Mark Twain mostrou isso claramente em seu sarcástico “A decadência da arte de mentir”: “Ninguém poderia viver com alguém que dissesse a verdade de habitualmente; por sorte, nenhum de nós nunca teve de fazê-lo”. Ele escreveu isso mais de um século antes que Robert Feldman, professor de psicologia na Universidade de Massachusetts, estabelecesse em seu livro “The Liar in Your Life” [O mentiroso na sua vida] que mentimos entre duas e três vezes em uma primeira conversa de dez minutos com um novo conhecido. Mentimos porque há público. Porque os outros existem. As relações exigem esse tipo de ficção consentida, quase sempre inofensiva. O psiquiatra Carlos Castilla del Pino, em seu livro póstumo “Conductas y Actitudes” (ed. Tusquets, 2009), afirma que “a vida social exige temperar, isto é, melhorar como pudermos a imagem de nós mesmos diante dos outros”.

Silvia Blanco | El País | Controversia

Pedia à Deus todas as noites para ser um branco

Publicado por ACS em 29 Nov 2009 | sob: pessoas, arte, cultura

Alisson traz o nome de Abraham Lincoln. Aos 9 anos, o negro de origem humilde provocou momentos de emoção ao revelar sua história em discurso para o presidente Lula, o prefeito de São Bernardo do Campo, Luiz Marinho, o ministro Patrus Ananias e o secretário de direitos Humanos Paulo Vanucchi, durante inauguração do Espaço Cidade dos Direitos da Criança e do Adolescente Dona Lindu, inaugurado neste sábado (28/11): “Pedia à Deus todas as noites para ser um branco”. Alisson conviveu com o dilema da cor. Diz que atualmente é bem mais feliz.

blog do planalto

novembro | 140 mil empregos formais

Publicado por ACS em 29 Nov 2009 | sob: politica & economia

Em 2010, o Brasil terá capacidade para gerar cerca de 2 milhões de postos de trabalho. A expectativa é do ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi. Segundo ele, se esse número se concretizar, significará praticamente o dobro do total de empregos gerados neste ano. Para novembro, Lupi espera novo recorde mensal, com mais 140 mil empregos formais, conforme levantamento do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). De acordo com as projeções, o Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todas os bens e serviços produzidos no país, pode atingir taxa entre 7% e 8%, acima, portanto, das previsões do mercado que apontam aumento de 5%.

agencia brasil

tks for following nxradio

Publicado por ACS em 29 Nov 2009 | sob: nxradio

Delgado | Fast Trac

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Son of Chaos

Publicado por ACS em 29 Nov 2009 | sob: musica

Dale North - Final Fantasy Medley | Game Music | Pra quem é fã de Final Fantasy. Uum belo remix clássico.
Electric Valentine - 2 of hearts | Electro | Dupla californiana de electro pop.
Hanni Kohl - Abschied | Experimental | Nintendocore alemão.
Moby - Mistake (Remix) | Techno | Muito Depeche Mode. Grooves fantásticos.
Red Tailed Fox - Midnight at Club Corel | Jazz | Mais um remix do Final Fantasy. High-class.
Xaleph - Son of Chaos (Shinra Company) | Game Music | Mais uma musica da trilha genética Final Fantasy.

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tks for following nxradio

Publicado por ACS em 28 Nov 2009 | sob: nxradio

Sylvia J Clark | Izabella Braga | Marcos Sotero | Patricia Leao

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hands between legs

Publicado por ACS em 28 Nov 2009 | sob: lugares

The Art Of Vera

Publicado por ACS em 28 Nov 2009 | sob: arte

www.woostercollective.com

o vale tudo

Publicado por ACS em 28 Nov 2009 | sob: politica & economia, jornalismo, submundo

É um absurdo. Um nojo. Uma baixaria. A cela do DOPS era coletiva! O Lula nunca ficou sozinho. Ele ficou preso com os demais diretores do Sindicato dos Metalúrgicos dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo – Rubão, Zé Cicote, Manoel Anísio, Djalma Bom. Havia um banheiro só para todos os presos – e não tinha porta! O Tuma [senador Romeu Tuma, na época era diretor do DOPS] está vivo. Pergunte a ele! Eles [a oposição] estão desesperados. Não estão medindo as conseqüências. Perderam a compostura. Perderam a decência humana. Parte da imprensa partiu para a baixaria total. Você viu o que a mídia fez com o Chávez, na Venezuela? Ela foi toda para cima dele. Aqui, vão tentar aquilo ou pior. Só tem. Parte da elite brasileira não se modernizou e não aceita que o Lula faça o seu substituto. Vai para o vale tudo.

Frei Chico | Vi o Mundo

Os vinhos da música brasileira

Publicado por ACS em 28 Nov 2009 | sob: musica, vinho

Chardonnay Brown Junior
Uma porrada! Deixa qualquer sentimental muito mais Chorão… Esse branco com agradável frescor é um clássico, indicados para momentos de Papo Reto com aquela Proibida para Mim. Alertamos que o excesso pode causar brigas e desgaste nos relacionamentos, beba com moderação.

Babado Noir
Ueba…. o Babado Noir é o vinho da galera! Muito beijo na boca e babado na cabeça. Produzido com uvas cultivadas no até então inédito terroir baiano, o Babado Noir traz axé e notas cítricas super descontraídas, imperdível!

Brut & Marrone
Esse espumante seco não deixa dúvidas: com uma garrafa você vai dormir no banco da praça! O toque refinado dessa obra-prima contrasta com o alto teor alcoólico. Ideal para fim de relacionamento…

O Grappa
O Rappa lança sua aguardente de vinho, graspa, ou simplesmente bagaceira. Esse licoroso tem aromas que lembram desde cascas de uvas até complexas lembranças dos destilados mais sofisticados. De norte a sul do país, Lado B Lado A, nas FMs mais variadas, “O Grappa” deve ser saboreado bem gelado, acompanhado de uma tábua de frios ou mesmo como aperitivo na beira da praia.

Prosecos e Molhados
Um espumante único, com espírito da libertação e contestação setentista. Se você é daqueles com Sangue Latino nas veias e não tem medo de vira, vira homem; vira, vira; vira, vira lobisomem, o Prosecos e Molhados é ideal!

Gamay de Camargo & Luciano
Os Filhos de Francisco acertaram a mão nesse vinho de grande complexidade! Nem precisamos dizer que esse vinho É o Amor em forma líquida. Os aromas desse precioso vinho são em geral frutados, lembrando framboesa, goiaba, amora e morango. Só faltou tomate típico do interior de Goiás… Vale lembrar que Gamay se pronuncia Gamé.

vinhos do brasil

a campanha de 2010 será linda

Publicado por ACS em 28 Nov 2009 | sob: politica & economia, jornalismo, submundo

Esgoto corre nas páginas da “Folha”: jornal da “ditabranda” mostra como será campanha de 2010. A história sobre o filho de FHC foi uma espécie de antídoto preventivo. Ao chamar Lula de “molestador sexual”, usando (corajosamente, característica dos Frias) um terceiro pra fazer o ataque, a “Folha” não pode ser acusada de “parcialidade”, afinal publicou também a informação sobre o tucano. Hum… Detalhe: o filho de FHC existe. Mora no exterior. A revista “Caros Amigos” contou há dez anos a história completa. Já a história do “Cesinha” é só uma história. Onde está o rapaz que teria sido molestado por Lula em 1980? Vocês acham que esse rapaz (ou um rapaz qualquer que cumpra o papel) vai aparecer nas páginas da “Folha” ou da “Veja”? Ah, a campanha de 2010 será linda.

www.rodrigovianna.com.br

um talk show de cegos

Publicado por ACS em 28 Nov 2009 | sob: musica, submundo

Ontem (sexta feira), de forma bem estranha, na hora em que o Vissungo começava a tocar a segunda música (por acaso uma adaptação de um ponto de vudu do Haiti) já com a platéia eletrizada, ocorreu um… apagão (sim! Não riam que rolou mesmo) e justamente no… quarteirão do teatro. É que em meio a uma guerra de traficantes com a PM no Morro da Formiga, tiros de fuzil acertarm um transformador da Light. O mais inacreditável é que, de forma não menos estranha, ninguem da platéia arredou pé e o Vissungo teve que fazer dois números de improviso, no escuro, só com que rolava acústico, marimbas com batera e congas, voz e violão, etc. e com a platéia querendo mais e conversando conosco como num talk show de cegos.

Spírito Santo | Overmundo

uma piada, uma evidente brincadeira

Publicado por ACS em 28 Nov 2009 | sob: politica & economia, pessoas

O Lula adorava provocar… era óbvio para todos que ouvimos a história, às gargalhadas, que aquilo era uma das muitas brincadeiras do Lula, nada mais que isso, uma brincadeira. Todos os dias o Lula sacaneava alguém, contava piadas, inventava histórias. A vítima naquele dia era o marqueteiro americano. O Lula inventou aquela história, uma brincadeira, para chocar o cara… como é possível que alguém tenha levado aquilo a sério? Isso não tem, não deveria ter importância nenhuma. Só um débil mental, um cara rancoroso e ressentido como o Benjamin, guardaria dessa forma dramática e embalada em rancor, durante 15 anos, uma piada, uma evidente brincadeira.

Cecilia | Terra Magazine | Luis Nassif

os retrogrados, os abastados, irresponsáveis e assassinos

Publicado por ACS em 28 Nov 2009 | sob: futuro, ecologia

Independente da pederastia verborrágica, 1 minuto de contemplação para ficarmos felizes sobre um assunto e do nosso país. Se em campanha ou não, o que interessa é que hoje, nesta sexta-feira 13, o Brasil surpreendeu o mundo assumindo o compromisso de redução de suas emissões de gases de efeito estufa de 36,1% a 38,9%! Colocou para trás os retrogrados Índia e China, e os abastados, irresponsáveis e assassinos Estados Unidos, Bloco europeu e Japão.

ong iniciativa verde

protesto do dia 5 diante da Folha

Publicado por ACS em 28 Nov 2009 | sob: politica & economia, futuro, jornalismo, pessoas

Não importam os desmentidos. Não importa o desprezo que a sociedade certamente dará a essa barbaridade. Só o que importa é o crime que esse jornal cometeu. Meu protesto será solitário. Contudo, se alguém quiser dividi-lo comigo não pensarei duas vezes antes de aceitar companhia. Na verdade, a cada alma que comparecer ao protesto do dia 5 diante da Folha, sentirei um pouco menos de medo dessa luta política insana que FHC, Serra, os Frias, os Marinho, os Civita e os Mesquita travam contra o país.

Eduardo Guimaraes

o grau de desonestidade

Publicado por ACS em 28 Nov 2009 | sob: politica & economia, jornalismo, pessoas

É preciso que se saiba que é abominável, que há muita desonestidade ali. Por exemplo: toda essa crítica à esquerda, ao governo Lula, tudo aquilo que você vê na Veja, para mim desmorona. A classe média instruída brasileira não lê direito a Veja, não acredita tanto. Mas a medianamente instruída se pauta muito por uma possível honestidade jornalística daquele veículo. Essa gente precisa ser avisada de que não há, nem de longe, sombra de honestidade naquilo. Porque eu sei! Eu vivi isso que eu estou contando e sei o grau de desonestidade que passa por ali e que domina ali.

Caetano Veloso | Jorge Bastos Moreno | Vermelho | Conversa Afiada

a marginalização do livro

Publicado por ACS em 28 Nov 2009 | sob: livros, futuro, cultura

Os prognósticos, asseguramos desta vez, são confiáveis: já estamos maduros para uma digitalização do conteúdo de nossas bibliotecas, para “migrar” para as “novas plataformas do saber”. A oferta tecnológica por fim está à altura, o curso foi estabelecido, em breve iremos nos desfazer desse velho objeto empoeirado e anacrônico acima de tudo: esse pequeno paralelepípedo de papel que ousava se vangloriar do monopólio sobre a palavra “livro”. Pode-se esperar, sem dúvida, que um pequeno editor de ciências sociais se entusiasme com a quantidade de “oportunidades” que essa marcha forçada em direção ao progresso não deixará de trazer, ou, pelo contrário, que ele se feche numa postura puramente defensiva diante dos riscos de uma maior concentração, dos fabricantes todo-poderosos dos e-books e das ameaças à sua independência editorial… Mas, embora essas questões sejam importantes, elas não devem mascarar os verdadeiros riscos que se perfilam - para os editores e para os leitores - por conta desse processo. E estes nos obrigam a considerar a estreita relação entre a digitalização generalizada dos saberes (com o Google e afins) e o papel conferido aos suportes de leitura eletrônica, como o Kindle e outros Sony. De fato, os mecanismos que agem hoje são poderosos: trata-se de nada menos do que da aceleração dos ciclos de acúmulo do capital, aliados à lógica subjetiva da mentalidade dos governos neoliberais; que encontraram nas novas tecnologias “imateriais” um tipo de ferramenta ideal, uma ferramenta que promete ao mesmo tempo novas perspectivas de lucro e novas formas de subjugação. Para o capital, a certeza de acréscimo permanente, e portanto a garantia de aumentar a velocidade de rotatividade dos produtos, assim como a compressão dos custos de produção e de mão-de-obra (para os defensores do neoliberalismo), a perspectiva de dominar os ritmos sociais ligados à atividade de aprender, de disciplinar o corpo diante da tela, de submeter os cérebros “disponíveis” ao fluxo incessante de “conteúdo” e de informação. Finalmente, o que está em debate hoje, de maneira autoritária, através do livro digital, é toda nossa relação como texto e a leitura. Essa relação é ligada à linearidade, à forma argumentativa e, portanto, ao senso crítico. Sabe-se que lemos cada vez mais, e por um tempo cada vez maior, na tela, e que as gerações que crescerão com os computadores ultrapassarão ainda mais o que hoje parece ser um limite para nós. Mas lemos de forma bem diferente, e coisas bem diferentes. É muito provável que um texto que necessite de mais de uma hora de leitura, que não tenha como única função “responder a uma pesquisa”, fornecer uma informação, e que não seja lido dentro de um contexto institucional em que os “tomadores de decisão” já estão convertidos ao “mundo digital” (como na escola, onde o livro é hoje uma espécie em vias de extinção), só pode ser lido sobre o papel. É apenas no livro, com sua forma finita tão específica, que a “verdadeira” leitura pode se efetuar, aquela que implica atenção, concentração, duração, desinteresse. E o famoso e-book parece mais um fator essencial da marginalização do livro do que um livro novo.

Rémy Toulouse | Controversia

um dia vou buscá-lo

Publicado por ACS em 28 Nov 2009 | sob: politica & economia, pessoas, submundo

Tem uma história pesada, a sociedade paulistana se identifica com o modo político, o “rouba mais faz”. O Ministério Público vai à Polícia Federal em 2001 procurar o delegado que vem de Foz do Iguaçu, “temos um expediente aqui e queremos o delegado Protógenes”. Foi produzido um volume de informações, uma sala de documentos. Pedimos quebra de sigilo bancário internacional. Demorou uns três anos, chegou em 2004. Um marco, nenhum paraíso fiscal manda informação. A Suíça foi a primeira. O marco foi o 11 de setembro de 2001, os atentados. Há uma nova ordem financeira internacional. Ele tem dupla cidadania, brasileiro e libanês. E a cada ano vivia oito ou nove meses no Oriente Médio. Um mês em Paris. E quando chegaram os documentos no início do governo Lula, o Márcio Thomaz Bastos [ministro da Justiça] cria um departamento chamado DRCI [Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional]. Os documentos vieram bagunçados. Fora de ordem, faltando. Quer dizer, um departamento que era para facilitar a recuperação de recursos ilícitos, dificulta. Antes tínhamos contato direto com as autoridades internacionais, hoje vai ter contato com esse departamento. Já entrei em choque. Só tive uma reunião com esse departamento. O diretor hoje advoga para um dos escritórios que advoga para o Daniel Dantas. O dono foi procurador da Fazenda, Madruga; e tinha uma procuradora também, chamada Vani. Na primeira reunião queriam ditar regras e normas na investigação do Maluf. Eu disse “vocês recepcionaram documentos e bagunçaram, vou apurar responsabilidades”. Esse departamento foi criado para dificultar. Comecei a traçar estratégias para prender o Maluf. Descobri o doleiro, Vivaldo Alves. Mexia no fio do telefone dele, mulher, filho, de mais doleiros, “se tiver uma relação de confiança com o Maluf, a primeira pessoa com quem vai gritar é com o patrão”. Não deu outra. Exatamente. O Flávio Maluf foi quem começou a cair, telefone de uma empresa, se não me engano de alimentação. E o Maluf cai justamente na corrupção. Propina ao doleiro, para mentir na investigação. Só que no grampo também cai a juíza que determina o grampo. Na interceptação, dizia-se “fala com aquela senhora, da segunda vara”, e no dia seguinte tinha um despacho dela obstruindo o trabalho. Falei com o procurador, “vou prender essa mulher”, e ele, com temor, fala para ela. E me disse. Quando ele falou para ela, ela fala para o Maluf. Quer dizer, para o advogado do Maluf, o José Roberto Batocchio. Ela chama o Batocchio no gabinete, à noite. Batocchio sai de lá às dez da noite. No dia seguinte vai à superintendência, pedindo medida cautelar, “quero vistas da interceptação que o senhor está fazendo contra meu cliente”. Olhei para ele, “sinto não poder”. “O senhor vai cumprir sim.” “Não vou! Fale para o seu patrão, e para a doutora Silvia, sua amiga particular, que ela venha ao meu gabinete me obrigar a cumprir essa ordem judicial.” “Vou representar contra o senhor, o senhor é louco.” “Represente muito bem. Se não, vou representar contra o senhor também. Agora, minha representação o Brasil vai conhecer.” Ele saiu louco da vida. E trato de fechar a operação. Já tinha vazado. Mandei o relatório para ela, pedi a prisão preventiva do Maluf e do Celso Pitta. Ela ficou nervosa. Ela pega uma cópia do relatório e entrega para o Batocchio. E o Batocchio chama jornalistas. A Lilian Christofoletti, da Folha de São Paulo, e Fausto Macedo, do Estadão, salvo engano. Dois de confiança, para divulgar. Mandei recado para o procurador, “fale com a doutora Silvia, ela tem que decretar a prisão do Maluf, senão vou prendê-la, o nome da senhora está no grampo”. Foi uma agonia para que ela decretasse a prisão. Ela decreta. E sai de férias. Não. Ela não decreta a do Pitta. Só do Maluf e do filho. Falei “um dia vou buscá-lo”.

Delegado Protógenes Queiroz | Caros Amigos

K.R.E.A.M.

Publicado por ACS em 28 Nov 2009 | sob: musica

AudioFeels - Otherside | Banda volcal polonesa brilhante no clássico do Red Hot Chili Peppers.
Battlelore - House of Heroes | Metal | Com vocais femininos a frente, estilo folk metal e visual Tolkien. Banda finlandesa.
Machinae Supremacy - Death From Above | Metal | Rock sueco nesta faixa no estilo game music, super mario, rápido e divertido.
Matt & Kim - Daylight (Troublemaker Remix) Featuring De La Soul | Hip-hop | Tudo que o De La Soul participa fica muito bom.
She - Yeah Yeah Beats | Electronic | Musica legal, total 8-bits. From Poland.
UNI - K.R.E.A.M. | Hip-hop | Wu Tang Clan style, Miami Vice, De La Soul again, step on my shoes, i’ll kill you!

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Made in USA

Publicado por ACS em 26 Nov 2009 | sob: musica

DenZanuda - Around The World Of 8 Days | Game | Produtor de musica para games da Ucrania, um estilo de música que vem ocupando espaço no underground (se é que podemos usar esta palavra ainda, são tantos urdergrounds, rs).
Nullsleep - Her Lazer Light Eyes | 8-bit | Mais uma gameboy bem legal.
Sixto Sounds - Made in USA (Ken Stage) | Game | Sequencia de game music, desta vez uma versão de Street Fighter.

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Session

Publicado por ACS em 25 Nov 2009 | sob: musica

Abigail Williams - Watchtower | Metal | Monstruoso. Devastador como uma bomba.
Iamerror - The Iceclops Cometh | Experimental | Brutal, cibernético e rápido, feito por um programador. Nintendocore.
She - Session | Electronic | Mais um som da Polonia.

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Alan is a cowboy killer

Publicado por ACS em 23 Nov 2009 | sob: musica

Ashley Tisdale & Lucas Grabeel - Fabulous | Pop | Americanos super pops totalmente Disney Channel, rs. Divertido.
Curve - Chinese Burn | Indie | Quebrando o clima pop demais da Ashley Tisdale com a Toni Halliday do Curve, banda com forte influencia industrial, lembra Garbage e NIN.
Mclusky - Alan is a cowboy killer | Indie | Ingleses. O break com vocal rasgado pelas guitarras é simplesmente fantástico e final com vocais desafinados é interessante com as guitarras voltando e destruindo tudo.

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nxradio places - falabella

Publicado por ACS em 22 Nov 2009 | sob: lugares

The Art of Jen Grant

Publicado por ACS em 22 Nov 2009 | sob: arte, submundo

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o crime coletivo praticado nas Américas

Publicado por ACS em 22 Nov 2009 | sob: cultura, submundo

A ESCRAVIDÃO de africanos e afrodescendentes no Brasil foi o crime coletivo de mais longa duração praticado nas Américas e um dos mais hediondos que a história registra. Milhões de jovens foram capturados durante séculos na África e conduzidos com a corda no pescoço até os portos de embarque, onde eram batizados e recebiam, com ferro em brasa, a marca de seus respectivos proprietários. Essa carga humana era acumulada no porão de tumbeiros, com menos de um metro de altura. Aqui desembarcados, os infelizes eram conduzidos a um mercado público, para serem arrematados em leilão. O preço individual de cada “peça” dependia da largura dos punhos e dos tornozelos.

FÁBIO KONDER COMPARATO, na Folha de S. Paulo | Vi o Mundo

Não, não vamos combinar.

Publicado por ACS em 22 Nov 2009 | sob: submundo

Vamos combinar… ?
Não, não vamos combinar.

uma revolução silenciosa

Publicado por ACS em 22 Nov 2009 | sob: politica & economia, futuro, cultura

Quando os pobres se transformam em consumidores, você passa a ter uma revolução silenciosa. E essa pobreza que vira consumidor, graças à mobilidade social, é o que faz com que os shopping centers de classe mais elevada estejam repletos de consumidores ao mesmo tempo em que uma José Paulino e uma 25 de março (ruas de comércio popular) estão pulsando no comércio de baixa renda. Nos próximos anos, vamos provar ao mundo essa capacidade de inclusão social. O Brasil vai ficar marcado na história pela repetição daquilo que foi, no início do século passado, a emergência da sociedade de consumo americana. … essa população (brasileira) vai se estabilizar em 250 milhões de habitantes quando a renda per capita estará por volta de US 14 mil, nível dos países europeus.

Luiz Carlos Trabuco Cappi, presidente do Bradesco | Conversa Afiada

Isso é fait divers, não tem importância.

Publicado por ACS em 22 Nov 2009 | sob: futuro, submundo

A inteligência não escolhe classe de renda.
Quanto ao que aconteceu na Uniban?
Isso é fait divers, não tem importância.

Fausto Castilho | Controversia

só me perguntam disso, o Brasil, o Brasil

Publicado por ACS em 22 Nov 2009 | sob: politica & economia, lugares, futuro

1] Natal de 2009 promete ser um dos melhores dos últimos cinco anos; 2] indústria iniciará 2010 embalada como há muito tempo não se via no País,. 3] Empresários e economistas projetam crescimento industrial entre 12% e 16,5% no primeiro trimestre de 2010, período tradicionalmente marcado por férias coletivas e demissão de temporários; 4] Fabricantes de eletroeletrônicos da Zona Franca de Manaus já trabalham em três turnos para atender encomendas ; 5] vendas aquecidas estimulam empresas a retomar planos de investimentos; 6] ‘Viajo pelo mundo todo e fico vendo: os repórteres só me perguntam disso, o Brasil, o Brasil’, diz Gilberto Gil.

Carta Maior

a norte-americanização do mundo

Publicado por ACS em 22 Nov 2009 | sob: cultura

E essa invasão estrangeira, delivery, essas coisas todas, isso significa o quê?
Significa que o imperialismo americano está aí, que a globalização não existe, o que existe é a norte-americanização do mundo. A invasão, como as pessoas falam, esse uso intenso de termos estrangeiros, que não são estrangeiros, são do inglês, porque não vejo ninguém usar uma palavra turca, indonésia ou sul-africana pra designar nada, nem francês, que hoje é uma língua semiconsciente, quase morta.

Marcos Bagno | Caros Amigos

tks for following nxradio

Publicado por ACS em 22 Nov 2009 | sob: nxradio

Daisuke Toyohara | Carlos Lourenço | chris ronan | felipe abreu | Letícia Luzia | Jen Wynands

Horses In The Sky

Publicado por ACS em 22 Nov 2009 | sob: musica

Arsis - We Are The Nightmare | Metal | Americanos com som pesado e sombrio. E o baterista? Rápido e violento. Nxradio entrando no death metal do Arsis, criando climas contraditórios para interpretações além do padrão estabelecido.
Benjie - Ganja Smoka | Reggae | Alemão num dancehall pesado e viajante para um domingo de manhã.
Laura Gibson - Hands In Pockets (Hinah Session) | Folk | Desacelerando um pouco com as cordas de nylon americanas da Laura Gibson.
Saetia - Venus and Bacchus | Hardcore | Vocais gritantes com breaks que reduzem o ritmo, mas voltam os gritos desesperados e intensos vindos de Nova York. Banda impressionante que acabou em 1999.
The Bloody Irish Boys - Enniscorthy in a Bottle | Punk | Punks americanos de Ohio contando suas aventuras.
The Sound of Animals Fighting - Horses In The Sky | Experimental | Certamente vc não sabe o que esperar quando começa ouvir esta musica, mas no final percebe que ouviu algo estranho, novo, interessante, surpreendente com guitarras experimentais setentistas.

www.nxradio.com.br

The Streets - Dry your eyes | awesome song

Publicado por ACS em 21 Nov 2009 | sob: videos

nxradio place - marriot

Publicado por ACS em 21 Nov 2009 | sob: lugares

Catchin’ Up With Raquel Sakristan (2)

Publicado por ACS em 21 Nov 2009 | sob: arte

www.woostercollective.com

Os 14 maiores ídolos dos 114 anos do Flamengo

Publicado por ACS em 21 Nov 2009 | sob: futebol

01) Zico
02) Júnior
03) Romário
04) Sávio
05) Nunes
06) Júlio César
07) Raul Plassmann
08) Carpeggiani
09) Bebeto
10) Andrade
11) Adílio
12) Leonardo
13) Adriano
14) Petković

verdadeabsoluta.net

status, aprovação social, felicidade ou outro qualquer

Publicado por ACS em 21 Nov 2009 | sob: pessoas, cultura, marketing

A estudante de arquitetura Bruna Padilha, 20 anos, tem mais de 30 pares de sapatos e gavetas repletas de roupas. Não satisfeita, frequenta o Shopping Recife toda semana a procura de bazares e liquidações, pois, precisa disso, para sentir-se feliz. Assim como Bruna, tantas outras pessoas vivem da mesma forma, consomem para se sentirem felizes ou fazerem parte de determinada camada social. Os aspectos como a qualidade, boa modelagem e durabilidade são os mais lembrados na hora da compra. Porém, o valor simbólico, que são as mensagens que as pessoas querem transmitir, como por exemplo, o uso de um bem de consumo de marca reconhecida no mercado, interfere diretamente nesse processo. Nessa perspectiva, a publicidade representa uma das ferramentas do sistema capitalista mais bem sucedida da sociedade de consumo, uma vez que, se apresenta como expressão dinâmica da modernidade. O discurso publicitário, através da sua incessante busca pela novidade, leva os indivíduos, muitas vezes, a acreditarem naquilo que está sendo dito e a buscarem todo o prazer proporcionado pelo consumo daquilo que se anuncia. Se for um carro, por exemplo, que se propõe a vender, a publicidade irá argumentar que o sujeito será invejado por seus colegas, terá várias mulheres ao seu redor, é uma pessoa realizada pessoal e profissionalmente, tem estabilidade econômica, entre outros aspectos. Ou seja, irá buscar o anseio e o desejo do indivíduo no seu entorno sociocultural e agregar a compra do bem material ao valor de “status”, aprovação social, felicidade ou outro qualquer. “Além do mais, a sinergia da publicidade com as indústrias de comunicação, influencia decisivamente na orientação das práticas de consumo, nos estilos de vida e na identificação dos indivíduos com certos produtos”, explicita a publicitária Lívia Valença da Silva, que também é mestra em sociologia pela Universidade Federal de Pernambuco e professora da Faculdade Mauricio de Nassau. Diante dos fluxos de novidades no mercado e da re-significação constante a que os bens de consumo estão submetidos, o discurso publicitário que está presente em todos os níveis sociais, tornou-se responsável pela especialização do consumo, através dos quais os indivíduos encontram elementos para executar estratégias de aparência. A estudante de Moda e consumista assumida, Juliana Martins, 21 anos, por exemplo, diz que: “Consumir e arte são formas de expressão, de exteriorizar nossa personalidade. A partir disso, fazemos uso de recursos que tanto nos diferenciam da massa, quanto nos aproxima de algum grupo”.

Ronaldo Barbosa | Overmundo

o Brasil é um pais importante demais

Publicado por ACS em 21 Nov 2009 | sob: politica & economia

Falando em America Latina, a politica externa brasileira esta influenciando a aprovação do embaixador indicado pelo Presidente Obama para o Brasil, Thomas Shannon. Os tres senadores Republicanos que estão bloqueando a aprovação, Jim DeMint, George Le Mieux e agora Connie Mack, tres nulidades, usam o que chamam de proximidade excessiva do Brasil com a Venezuela e Irã como argumento contra Shannon, prevendo que o novo Embaixador vai ser mole demais com o regime brasileiro em relação aos interesses dos EUA na região. Tom Sahnnon é um diplomata de carreira, tão profissional que foi nomeado o numero 1 para a America Latina pelo Presidente Bush em 2006 e Bush não nomearia jamais um esquerdista. De outro lado, nove predecessores de Shannon no cargo de Subsecretario de Estado para o Hemisferio Ocidental assinaram uma carta nesta semana aos senadores Republicanos encrenqueiros reclamando da postura deles e dizendo que o Brasil é um pais importante demais para ficar sem embaixador por quase seis meses.

Andre Araujo | Luis Nassif

a verdade, uma força da natureza

Publicado por ACS em 21 Nov 2009 | sob: politica & economia, pensamentos, pessoas

Quero deixar uma coisa bem clara: se eu tiver que me transformar naqueles que combato para combatê-los, prefiro entregar os pontos. Até porque, acho desnecessário usar esses métodos quando há outros tão mais eficientes como, por exemplo, usar a verdade, que considero uma força da natureza.

Eduardo Guimaraes

Sting | continuo sendo socialista, embora seja muito rico

Publicado por ACS em 21 Nov 2009 | sob: pessoas

Porque é isso que os seres humanos fazem em algum momento. Há uma parte de sua vida na qual tudo é caos, movimento; há outro momento no qual você precisa ordenar e limpar a casa.

Sim. Continua sendo um jogo, de toda forma, e os jogos não são tão importantes. São divertidos. Mas isso não é a vida. A vida está em outro lugar. A vida são as relações, a família, os amigos. Eu não me vejo como esse personagem famoso, não me vejo como Sting. Sei quem sou e leio coisas absurdas sobre mim, às vezes falam de uma pessoa muito má, outras de uma pessoa muito boa, mas a verdade está no meio. Não quero ser nem o demônio, nem o santo; gosto de ficar no meio, gosto dessa liberdade.

Sim, veja a vida de Michael Jackson, o cantor de pop mais famoso do mundo e provavelmente o mais infeliz, a equação é simples: o sucesso e a fama não significam felicidade, às vezes significam o contrário. Eu posso andar por qualquer cidade que não sou incomodado. Eu não convido a histeria, não vou com guarda-costas, assim as pessoas me respeitam, cumprimentam-me, podem pedir uma foto e eu tiro, mas não há histeria nem sensação de medo; odeio isso. Michael Jackson é o meu exemplo, ele estava rodeado de… histeria, do tipo equivocado de atenção… Assim não é surpresa que já não esteja entre nós.

Emprego mais de 100 pessoas na minha casa, em minhas casas. Estão muito contentes, eu as trato muito bem, sou muito generoso. Há ocasiões em que algumas pessoas querem tirar mais dinheiro, mais dinheiro; e a melhor maneira de tirar mais dinheiro é mentir, sempre há alguém que quer ouvir uma nova história sobre você, sempre. Vão aos jornais, contam a história, isso é uma merda. Não é certo.

Não foi pelas críticas. Simplesmente, às vezes, as celebridades e as causas confundem, porque as pessoas veem você, mas não veem aquilo do que você está falando. Agora fico nos bastidores. Arrecado fundos e são outros os que falam, os especialistas. Meu instinto me dizia há 20 anos que se destruíssemos a floresta, o clima sofreria. Agora comprovamos cientificamente o aquecimento global, portanto eu não estava falando besteira.

Bom, aqui costumava haver uma esquerda; ela já não existe mais. É como se houvesse um só partido, nos parecemos mais com os EUA. E talvez isso não seja bom.

Sim, eu venho da classe operária. Continuo sendo de esquerda, continuo sendo socialista [e ao se ouvir, começa a rir, como que antecipando a reação de alguns quando o lerem], embora seja muito rico.

Não. Sou muito rico, mas invisto o dinheiro nas pessoas. Emprego muita gente. Gasto o dinheiro, não guardo, eu gasto; e acredito que o gasto bem.

Sting | El Pais | Controversia

submeta-se ao voto popular

Publicado por ACS em 21 Nov 2009 | sob: politica & economia

Seja candidato. Defenda publicamente o que vocês dizem diariamente: Que os sucessos do governo Lula se devem ao governo de FHC (do qual você foi sempre ministro, da área econômica, depois da saúde). Trate de explicar isso. Defenda o governo do mesmo bloco de partidos que te apóia hoje, defenda as privatizações, defenda a Petrobrax, defenda a política econômica de que você fez parte, tente explicar como vocês dizem que as políticas sociais do governo Lula foram começadas no governo FHC, mas este foi rejeitado brutalmente pelo povo brasileiro, enquanto o governo Lula é aclamado. Reitere que o Brasil, ao apoiar o retorno do presidente legalmente eleito de Honduras contra o golpe militar, fez uma “trapalhada”, nas tuas desastradas palavras. Explique porque fugiu do Brasil poucos dias depois do golpe e abandonou a UNE, da qual era presidente e os estudantes, na sua dura e linda luta contra a ditadura. Seja candidato, critique o governo Lula, diga porque está contra a continuidade deste governo coma Dilma. Diga quem dirigirá tua política econômica. Que mudanças fará na política exterior. Que cargos terá o DEM no teu governo. Seja candidato, Serra, tenha coragem, enfrente o país e o povo, submeta-se ao voto popular.

Emir Sader | Carta Maior

ele não acredita em mim e eu não acredito nele

Publicado por ACS em 21 Nov 2009 | sob: pensamentos, pessoas

Não acredito em Deus. O único divino que eu acredito é o Ademir da Guia [craque do Palmeiras nos anos 1960-70, apelidado de Divino pela crônica esportiva]. Aliás, tenho uma ótima relação com Deus: ele não acredita em mim e eu não acredito nele.

MIGUEL NICOLELIS | Caros Amigos

tks for following nxradio

Publicado por ACS em 21 Nov 2009 | sob: nxradio

Lassie | Simon | Lee Ann Morris | Annah | Juliana Ferreira | Tarinn Sfratta | Sandra Garcia | Chrissy Yates | Willian Rodrigues | Beatriz | Gina

Bread And Butterflies

Publicado por ACS em 21 Nov 2009 | sob: musica

Farben Lehre - Urwis | Rock | Super polonia punk rock.
Jaydiohead - Lucifer’s Jigsaw | Hip-hop | Hard off-beat mix.
Mikroboy - Sonntag | Indie | Indie rock de alemães felizes.
Monkey Bones - The Answer | Rock | Pop rock com guitarras heavy.
Móveis Coloniais de Acaju - Sem Palavras | Ska | Ska rock brasileiro de primeira com metais interessantes.
Pogo - Bread And Butterflies | Trip-hop | Criativo, divertido, muito bom.

www.nxradio.com.br

nxradio place

Publicado por ACS em 21 Nov 2009 | sob: lugares

O futebol profissional está podre

Publicado por ACS em 21 Nov 2009 | sob: futuro, pessoas, submundo

O jogador de futebol da França ajeita a bola com a mão, é flagrado pela câmera e é celebrado pela torcida como “esperto”. O que deveria ser condenado como uma atitude antidesportiva, para dizer o mínimo, torna-se exemplo de “sabedoria”. Vale burlar as regras, enganar o juiz, desrespeitar o adversário e a torcida adversária. Vale tudo, em nome da “vitória”. No jogo do São Paulo, os jogadores do mesmo time trocam empurrões e depois saem dizendo que não houve nada. No jogo do Palmeiras, os jogadores do mesmo time se agridem e são expulsos. Cadê o espírito coletivo, o espírito de equipe, o amor à camisa, o respeito ao clube, às tradições do clube e aos torcedores? O futebol profissional está podre.

Luiz Carlos Azenha | Vi o Mundo

10 melhores albuns da decada | NME

Publicado por ACS em 21 Nov 2009 | sob: musica

01. The Strokes – ‘Is This It’
02. The Libertines – ‘Up The Bracket’
03. Primal Scream – ‘Xtrmntr’
04. Arctic Monkeys – ‘Whatever People Say I Am, That’s What I’m Not’
05. Yeah Yeah Yeahs – ‘Fever To Tell’
06. PJ Harvey – ‘Stories From the City, Stories From the Sea’
07. Arcade Fire – ‘Funeral’
08. Interpol – ‘Turn On The Bright Lights’
09. The Streets – ‘Original Pirate Material’
10. Radiohead – ‘In Rainbows’

New Musical Express | Factoide

a diversidade musical da cena independente brasileira

Publicado por ACS em 21 Nov 2009 | sob: musica, pessoas

Quando eu era criança e o Pinduca tocava no Festival do Sorvete da Praça Brasil, em Belém do Pará, a classe média da cidade não dava muita bola pra ele. Naquela época carimbó era cafona, coisa de pobre, de caipira. Trinta anos depois, Pinduca está sendo tietado por John e Fernanda Takai no backstage da quarta edição do festival Se Rasgum. E quando sobe ao palco e manda ver nos sucessos que lhe deram o título de O Rei do Carimbó, as cerca de duas mil pessoas presentes na segunda noite do festival dançam, fazem trenzinho e abrem rodas de pogo como se estivessem em um show dos Ramones. O que é de se admirar em se tratando de um festival que, até dois anos atrás, carregava com orgulho o “Rock” no nome. “Se Rasgum no Rock”, assim mesmo, meio sectário, determinista e limitador, ainda não muito convencido do valor da diversidade musical da cena independente brasileira.

Vladimir Cunha | Overmundo

como um talismã

Publicado por ACS em 20 Nov 2009 | sob: pessoas

Tenho as melhores lembranças do Chico César por várias razões. Pelo impacto, quando descobri suas músicas. Pelo release de um de seus CDs, que me pediu para escrever. Mas, principalmente, pela maneira como tratava minha primeira caçulinha, a Luizinha. Onde a visse – com seus 10 ou 11 anos -, Chico parava tudo, chamava e ficava com ela debaixo do braço, como um talismã.

Luis Nassif

o playboyzinho brincava com seu Atari

Publicado por ACS em 20 Nov 2009 | sob: politica & economia, jornalismo, pessoas, submundo

Já li, escutei e vi toda sorte de manifestações de preconceito contra Lula, mas um texto que li hoje supera tudo que já foi dito contra o presidente. É de Fernando de Barros e Silva, um mauricinho engomadinho da Folha de São Paulo, um moleque que se acha a quinta-essência da intelectualidade. O meninão da Folha escreveu seu milésimo texto contra o filme sobre a vida de Lula que estréia em 1º de janeiro nos cinemas. Com esse sujeitinho, todos os outros grandes jornais e revistas – Globo, Estadão, Veja etc. O filme seria “horroroso”, na opinião do editor de “Brasil” da Folha. Para variar, toda a grande imprensa faz coro com uma oposição desesperada com um filme que revela por que Lula chegou aonde chegou – por sua sinceridade, por sua tenacidade, por sua capacidade de superação e pela serenidade com que conduziu sua carreira política. Mas o diferencial do anátema anti-Lula escrito pelo mauricinho é que contém a teoria de que o presidente da República teria chegado à Presidência da República apenas por ter sido favorecido pela “sorte”. Será que Barros e Silva se refere à sorte de Lula de ter nascido de uma família paupérrima numa região miserável do então (1945) miserável Nordeste brasileiro? Ou será que o bonecão da Folha se refere à sorte de Lula ter tido um pai alcoólotra e violento? Talvez por ter começado engraxando sapatos pelas ruas de Santos numa idade em que o playboyzinho brincava com seu Atari.

Eduardo Guimaraes

a mercadoria é o grande organizador do laço social

Publicado por ACS em 20 Nov 2009 | sob: futuro, cultura, submundo

Dizem que Karl Marx descobriu o inconsciente três décadas antes de Freud. Se a afirmação não é rigorosamente exata, não deixa de fazer sentido desde que Marx, no capítulo de “O Capital” sobre o fetiche da mercadoria, estabeleceu dois parâmetros conceituais imprescindíveis para explicar a transformação que o capitalismo produziu na subjetividade. São eles os conceitos de fetichismo e alienação, ambos tributários da descoberta da mais-valia -ou do inconsciente, como queiram. A rigor, não há grande diferença entre o emprego dessas duas palavras na psicanálise e no materialismo histórico. Em Freud, o fetiche organiza a gestão perversa do desejo sexual e, de forma menos evidente, de todo o desejo humano; já a alienação não passa de efeito da divisão do sujeito, ou seja, da existência do inconsciente. Em Marx, o fetiche da mercadoria, fruto da expropriação alienada do trabalho, tem um papel decisivo na produção “inconsciente” da mais-valia. O sujeito das duas teorias é um só: aquele que sofre e se indaga sobre a origem inconsciente de seus sintomas é o mesmo que desconhece, por efeito dessa mesma inconsciência, que o poder encantatório das mercadorias é condição não de sua riqueza, mas de sua miséria material e espiritual. Se a sociedade em que vivemos se diz “de mercado” é porque a mercadoria é o grande organizador do laço social.

MARIA RITA KEHL | Controversia

uma cooperativa de fotógrafos, como os metalúrgicos

Publicado por ACS em 20 Nov 2009 | sob: futuro, pessoas, arte, submundo

Em meados de dezembro, as ruas de Buenos Aires começaram a encher de gente munida de paus e panelas. Em 2001, depois do delírio neoliberal de dois governos de Carlos Menem nos quais passou a valer o uno a uno (por mágica, o peso argentino estava indexado à cotação do dólar), a Argentina inteira caía na real e enfrentava uma crise sem precedentes. As fábricas fecharam as portas um pouco antes do natal e deviam meses de salários aos empregados. Hotéis entregavam cinco dólares na mão de cada camareira e realocavam hóspedes pela vizinhança antes de pedir concordata. No dia 19 de dezembro, as manifestações populares e panelaços desaguaram na renúncia do presidente Fernando De la Rúa. No dia seguinte, acredita-se que pelo menos 30 pessoas foram mortas em confrontos com a polícia. No meio de gás lacrimogêneo, um grupo de fotógrafos acabou se encontrando. Carta Maior conversou com Gisela Volá em Buenos Aires, no casarão antigo que abriga a Sub – Cooperativa de fotógrafos. Crias de um período economicamente difícil e politicamente fértil, Sebastian Hacher, Nicolas Pousthomis e Gisela Volà registraram o princípio da crise argentina e acabaram por criar a Sub – Cooperativa de fotógrafos. Hoje, somaram-se à equipe Gabriela Mitidieri, Nancy Lucero e Olmo Calvo Rodriguez. Juntos, eles constróem uma das raras iniciativas em cooperação e fotografia da América Latina convidada a participar da mostra paralela de coletivos no Visa Pour L´Image. “Com toda questão social que envolveu 2001, nos atravessou a todos um sentimento de que deveríamos fazer algo e que seria gente da nossa geração que registraria aquele momento histórico”, resume Gisela. Naquele dezembro de 2001 quando Sebastian com uma caneta na mão, Nicolas de câmera analógica em punho e Gicela com uma filmadora encontraram-se nas ruas, geraram um material forte, todo em preto e branco, com uma força bem mais artística que jornalística. “Até porque havia um quê teatral no que se passava na rua naquele momento”, percebe Gicela. Hoje, apesar de flertarem ainda com texto e vídeo, todos dentro da Sub trabalham com fotografia. “Durante a crise, vivíamos exatamente o auge da internet na Argentina. Mesmo assim, não sabíamos onde publicar aquele primeiro material. O Sebastian tocava o Indymedia e foi ali onde começamos a divulgar nosso trabalho. Escaneamos as fotos em p&b e divulgamos para o mundo. A partir daí, ninguém mais voltou ao trabalho como antes”, relembra. Os encontros com outros filhos do uno a uno aconteciam em todo canto: nas assembléias cidadãs, na luta das fábricas recuperadas, nas ruas. Cada qual reerguendo as próprias vidas e iniciando a tarefa de reconstruir a economia de todo país. Bem por isso, a gestão da Sub tem muito a ver com o que a Argentina passou entre 2001 e 2003. A partir dos incontáveis registros de trabalhadores ocupando e reativando fábricas, o cooperativismo pareceu a única forma de elaboração do trabalho naquele momento. “Armamos uma cooperativa de fotógrafos, como os metalúrgicos nas fábricas que fotografávamos”.

Carta Maior - Clarissa Pont

a arte de contar histórias

Publicado por ACS em 20 Nov 2009 | sob: pessoas

Você nasceu em Montevidéu? Gostaria que falasse um pouco da sua infância?
Sim, nasci em Montevidéu. Minha infância? Eu nem lembro, já faz tanto tempo… Mas acho que foi bastante livre. Eu morava em um bairro quase no limite da Montevidéu, onde havia grandes edifícios. Então tinha espaço verde. Sinto pena das coitadas das criancinhas que vejo agora, prisioneiras na varanda de casa. Meninos ricos são tratados como se fossem dinheiro, meninos pobres são tratados como se fossem lixo. Muitos, pobres e ricos, viram prisioneiros, atados aos computadores, à televisão ou a alguma outra máquina. Mas eu tive uma infância muito livre. Fiz a escola primária, secundária, depois comecei a trabalhar por minha conta. Então, com 15 anos, já era completamente livre.
Em que trabalhou?
Fiz de tudo o que você possa imaginar. Fui desenhista (adoro desenhar até hoje), taquígrafo, mensageiro, funcionário de banco, trabalhei em agência de publicidade, cobrador… Fiz milhares de coisas, mas, sobretudo, comecei a aprender o ofício de contar história. Eu era um cuenta cuentos (conta contos). E aprendi a fazer isso nos cafés, como esse onde a gente está agora falando, que leva o honroso nome de Brasilero.
O mais tradicional dos cafés uruguaios se chama Brasilero!
E esse é último sobrevivente, o último dos moicanos dos cafés nos quais eu fui formado. Minha universidade foram os cafés de Montevidéu, foi aqui que aprendi a arte de narrar, a arte de contar histórias.

Caros Amigos - Eduardo Galeano

Higurashi no Naku Koro ni

Publicado por ACS em 20 Nov 2009 | sob: musica

Anahi - No Te Quiero Olvidar | Pop | O cd será lançado no dia 24/11. Poucas romanticas até hoje na nxradio. Esta vale pela proposta de liberar as musicas antes do cd.
Bromheads Jacket - Woolley Bridge | Indie | Legal. Muito bom. Rápida. Alguma semelhança com o Psychedelic Furs.
Guns N’ Roses - Welcome To The Jungle (Jells Mayhem’s Serpentine Edit) | Rock | Para pessoas felizes em remix interessante. Para os chatos e puristas, nada.
RestArt - Lembranças | Rock | É verdade, deixa os garotos brincarem. Tem gente que leva o pop rock a sério demais, nunca se divertiram na vida com coisas simples e despretensiosas. Pedantes.
Sally Shapiro - Miracle | Pop | Agradável, muito agradável. Como não gostar da Sally? Brilhante. A Sally nos faz feliz. Nós queremos viver no mundo da Sally.
Shimamiya Eiko - Higurashi no Naku Koro ni | Pop | Boa musica. Anime j-pop dark.

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Ich trau mich nicht

Publicado por ACS em 18 Nov 2009 | sob: musica

Anahi - Para Qué | Pop | Pop latino viciante e divertido.
Anahi - Qué Más Da | Pop | Caminhando sem olhar para trás. Mais um pop latino da quase diva Anahi.
Bodo Wartke - Ich trau mich nicht | Jazz | Ou um quase jazz alemão com senso de humor e um toque de genialidade.

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