cultura

Publicações arquivadas desta categoria

Brasil, um País do presente e não mais só do futuro

Publicado por ACS em 17 Nov 2008 | sob: futuro, pessoas, cultura, marketing

Philip Kotler, o mais renomado professor de marketing do mundo, Muhammad Yunus, Prêmio Nobel da Paz de 2006 e outros renomados pensadores afirmaram, surpresos, que nunca haviam presenciado em lugar algum no mundo, 3.500 empresários e executivos reunidos num só lugar durante três dias inteiros, com tanta sede de aprender. Isso, disseram eles, faz do Brasil um País do presente e não mais só do futuro.

Setcesp | Luiz Marins

Não podemos ter uma internet vigiada

Publicado por ACS em 15 Nov 2008 | sob: politica, jornalismo, ciberespaço, cultura

Não podemos ter uma internet vigiada. A bem da verdade, o projeto defende os interesses de grandes conglomerados de comunicação que visam a regulação do setor, com a desculpa esfarrapada de tentar reduzir a ação dos criminosos cibernéticos. Com isto eles violam direitos civis básicos, dificultam a inclusão digital, elevam o custo da comunicação e repassam para a sociedade o custo com segurança bancária que deveria ser exclusividade dos bancos.

ecourbana

new wall street bull

Publicado por ACS em 15 Nov 2008 | sob: lugares, arte, cultura

wooster collective

Hiroshima: The Lost Photographs

Publicado por ACS em 13 Nov 2008 | sob: politica, lugares, jornalismo, poesias & pensamentos, pessoas, cultura, ecologia, submundo, imagens

design observer

A inclusão digital será via celular

Publicado por ACS em 06 Nov 2008 | sob: futuro, cultura

Um cidadão pode-se considerar um “incluído digital” se este tiver acesso a informações e serviços através dos recursos de TIC (Tecnologias de Informação e Comunicação). Isto é plenamente possível através do telefone celular. Com o advento de tecnologias mais modernas, como o GSM, o tráfego de dados via celular ficou muito mais acessível e viável. Acessar a internet via celular é uma realidade.

www.itec.al.gov.br

Felicidade Interna Bruta (FIB)

Publicado por ACS em 05 Nov 2008 | sob: politica, lugares, poesias & pensamentos, pessoas, cultura, ecologia

No minúsculo Butão, país encravado na Ásia aos pés da Cordilheira do Himalaia, surgiu há mais de trinta anos, o conceito de Felicidade Interna Bruta (FIB), que engloba não só o crescimento econômico, mas também as dimensões sociais, ambientais, espirituais e culturais do desenvolvimento. Na I Conferência Nacional sobre FIB, realizada no final de outubro, em São Paulo, Karma Dasho Ura, coordenador das pesquisas sobre a FIB no Butão, explicou como é composto esse índice: “Analisamos as 73 variáveis que mais contribuem para a meta de atingir o bem-estar e a satisfação com a vida”.

Essas variáveis estão abrigadas em nove itens gerais:
1. Bom padrão de vida econômico
2. Gestão equilibrada do tempo
3. Bons critérios de governança
4. Educação de qualidade
5. Boa saúde
6. Vitalidade comunitária
7. Proteção ambiental
8. Acesso à cultura
9. Bem-estar psicológico

ethos

até criaram um dia do calendário destinado aos índios

Publicado por ACS em 25 Ago 2008 | sob: politica, cultura

Enquanto eles eram apresentados apenas como grupos folclóricos e na verdade como cidadãos de segunda classe próximos da extinção, as elites os aceitavam de bom grado e até criaram um dia do calendário destinado aos índios. Mas a partir do momento em que eles tomaram consciência de seus direitos e se organizaram no sentido de ocupar espaços nos restantes 364 dias do ano como cidadãos brasileiros integrantes de uma etnia, aí a coisa mudou de figura. Os índios se transformaram em “marionetes” de governos estrangeiros “ameaçadores de nossa soberania”.

Jakobskind
Direto da Redação

Resiliência

Publicado por ACS em 19 Ago 2008 | sob: politica, poesias & pensamentos, cultura, ecologia, submundo

Entre inundações, secas, epidemias, escassez de alimentos e altas de preços, o mundo parece estar começando a girar fora de seu eixo. Apesar dos dramas ocorridos no meio século passado, os historiadores e cientistas naturalistas nos dizem que esse foi um período de calma relativa na natureza e nos acontecimentos humanos. Mas, esse hiato na história da humanidade parece estar chegando ao fim. Estamos nos aproximando de uma mudança de fase que colocará em xeque muitas suposições longamente aceitas. Esta transformação é causada em grande parte pelo contragolpe da natureza diante do mau comportamento humano. E é para a natureza - diz uma nova escola de ecologistas - que devemos olhar agora para obter indicações sobre como sobreviver nos tempos turbulentos que virão. Esses ecologistas recorrem ao termo inglês resilience (resiliência), que descreve a capacidade de um organismo absorver impactos sem perder sua forma e a capacidade de funcionamento. É comum ver essa resiliência tanto na natureza quanto em seres humanos sãos, mas podem sociedades inteiras se converterem resilientes diante de mudanças traumáticas? Em abril deste ano, 600 ecologistas, antropólogos e cientistas sociais se reuniram em Estocolmo na Resilience 2008, a primeira conferência global a aplicar os princípios da resiliência às sociedades humanas. Foi essa a culminância de mais de 30 anos de trabalho de um pequeno grupo de pensadores que se autodenominou Resilience Alliance. A questão analisada foi se a humanidade segue inevitavelmente em direção a uma cascata de situações catastróficas ou se há possíveis meios para evitar que nos precipitemos nela. Frances Westley, fundadora do programa Social Innovation Generation da Universidade de Waterloo, no Canadá, diz que a engenhosidade humana guiada pelos valores humanos é nossa melhor oportunidade de sobreviver nos tempos difíceis que se aproximam.

ethos

sob o risco de ficarem obsoletos

Publicado por ACS em 19 Ago 2008 | sob: livros, futuro, poesias & pensamentos, pessoas, cultura, submundo

O sociólogo polonês Zygmunt Bauman é um dos mais importantes pensadores do mundo contemporâneo. Em vários de seus livros, como Modernidade líquida e Vida líquida, ele fala da condição “fluída” e “leve” da vida nestes tempos de pós-modernidade, em que tudo é descartável e efêmero. Em Vida para consumo, recém-lançado no Brasil, Bauman analisa a transformação de uma sociedade de produtores em uma sociedade de consumidores. As relações humanas são agora baseadas nos modelos de mercado. Nesse mundo, os próprios consumidores viram mercadorias e, assim como os objetos que consomem, têm de se reformular constantemente, sob o risco de ficarem obsoletos.

ethos

A verdadeira viagem não está em sair à procura de novas paisagens, mas em possuir novos olhos

Publicado por ACS em 19 Ago 2008 | sob: poesias & pensamentos, pessoas, cultura

Marcel Proust

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