ecologia
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Publicado por ACS em 03 Jul 2010 | sob: futuro, ecologia
O Brasil mantém uma posição privilegiada no cenário mundial: detém cerca de 12% da água doce superficial do planeta, enquanto regiões da Europa, como Portugal e Espanha, além de Oriente Médio e grande parte da África, lutam contra a escassez crônica do produto.
Publicado por ACS em 13 Jun 2010 | sob: futuro, ecologia
Gosto das arvores entre os predios nas avenidas. Gosto de dirigir o carro entre as arvores, embaixo das copas, numa sensacao contraditoria de verde e urbanismo. Comecei a dar uma pesquisada sobre o assunto. Descobri que Estocolmo eh a cidade mais arborizada do mundo e que Joao Pessoa a capital da Paraiba eh a cidade mais verde do Brasil. Acho que precisamos de mais iniciativas pessoais de arborizacao.
Leiam mais sobre arborizacao no wikipedia.
Publicado por ACS em 05 Jun 2010 | sob: futuro, ecologia
No dia mundial do meio ambiente indicamos o link do Ibama para consulta dos níveis de emissão dos veículos novos brasileiros:
Publicado por ACS em 23 Mai 2010 | sob: lugares, ecologia
No Centro-Oeste brasileiro – mais exatamente no sul do estado de Goiás – começa a trajetória pioneira do Rio Quente Resorts. Desde então, o empreendimento passa por constantes evoluções, dita tendências e hoje figura como o mais completo destino de entretenimento e lazer da América do Sul. Afinal, é o único Resort três em um – com praia, campo e parque aquático em um só lugar. A história do Rio Quente Resorts pode ser contada a partir de 1916. Época em que o médico mineiro Ciro Palmerston, fascinado pelas águas quentes e pelos 365 dias de sol, comprou uma fazenda na região. Quarenta e oito anos depois, em 1964, nascia a Estância Thermas Pousada do Rio Quente, empresa de capital fechado cujo controle foi adquirido em 1979 pelos grupos Algar (Uberlândia) e Gebepar (Goiânia). Desde sua inauguração, o Rio Quente Resorts consagra-se como um lugar para todos. Em comum, o fascínio pelas águas quentes. Mas como explicar este fenômeno natural? Estudos demonstraram que a água das chuvas penetra em fissuras nas rochas e infiltra-se no solo a até 1.200 metros de profundidade. Ela é então aquecida a altas temperaturas, começa a evaporar e, ganha pressão para retornar à superfície. No caminho de volta, resfria-se ao se encontrar com lençóis freáticos e, brota no complexo, onde nasce o Rio Quente com uma vazão de 6,5 milhões de litros por hora a 37,5º C de temperatura em 18 fontes. O descobrimento das águas quentes, no entanto, aconteceu muito antes. Os primeiros registros remontam a meados do século XVIII – com a ida de pessoas para o interior do Brasil, dando origem às bandeiras. Foi nessa época que Bartolomeu Bueno da Silva desbravou o interior de Goiás. O ano era 1722 e, entre bosques, vegetação nativa e muita beleza, encontrou as fontes que formam o rio. Ele com certeza não imaginava que estaria diante do maior conjunto de águas quentes correntes naturais do mundo. Tampouco supunha que nasceria ali o Rio Quente Resorts, líder no mercado nacional hoteleiro e um destino turístico único. Um lugar de rara beleza com clima quente o ano todo, fauna e flora exuberantes num conjunto que faz da região um verdadeiro paraíso ecológico. Um espaço para sentir e experimentar sensações. E, tudo começou com a construção do Hotel Pousada – o ano era 1964. No inicio – conhecido como Cabanas – era um hotel de madeira com 20 quartos para hospedar as famílias da região. Em 1966 – começa a ampliação. O Hotel, reconstruído, passa então a contar com 100 apartamentos. Mas, com a crescente procura de turistas, o Hotel Pousada ganhou nova ampliação e mais dois prédios foram construídos, em 1977 chega o Hotel Turismo – o primeiro hotel Premium do Estado com seus jardins projetados por Burle Marx. Em 1986 é lançada a Operadora de Turismo Valetur e, em 1997 – abrem-se as portas do Hot Park – hoje o maior parque aquático da América do Sul. Em 1999 – é lançado o Rio Quente Vacation Club e, em 2000 o Rio Quente Resorts é certificado pelo ISO 14001. Em 2008 – é a vez da mega atração Praia do Cerrado – dentro do Hot Park, seguida pelo BIRD LAND- Terra dos Pássaros e, por muita modernização em todo o Complexo. O Rio Quente Resorts ganha a renovação de seus apartamentos, nova pizzaria, gelateria, é inaugurado o Clube Chopp Brahma, o Stella Artois Lounge, o Espaço MAC e, chegamos até o final de 2009 com o novo Restaurante do Hotel Pousada, o Centro de Convenções reformulado e, a finalização da renovação do Hotel Turismo – que ganha mais 22 suites. Mas, a história não para por aí! Até 2013 serão muitas as novidades. Novos hotéis dentro do complexo, nova mega atração no Hot Park, novo Centro de Convenções e, um Centro de Entretenimento Noturno. Tudo, para oferecer cada vez mais experiências de alegria e prazer a todos que por aqui chegam!
Publicado por ACS em 23 Jan 2010 | sob: futuro, ecologia, submundo
Se existe uma divisão clara na natureza, é entre os seres vivos e os minerais. Afinal, como aprendemos na escola, seres vivos tem metabolismo e a habilidade de se reproduzir. Minerais, por sua vez, são inertes, respondendo ao que ocorre à sua volta. Os dois não podiam ser mais distintos e independentes. No entanto, nos últimos anos, aprendemos que existe, e que sempre existiu, uma relação íntima entre as rochas e as vida. Se foram os minerais ou compostos químicos inertes que deram origem à vida, foi ela que, por sua vez, transformou profundamente a história geológica da Terra. Tendo a matéria não-viva se transformado em matéria animada, a incrível diversidade da vida é profundamente relacionada com a incrível diversidade dos minerais. Tudo começou de maneira bem simples. Há 4,5 bilhões de anos, a Terra havia acabado de se formar. Os minerais que existiam naquela época passavam a maior parte do tempo em ebulição: a Terra era constantemente bombardeada por asteroides e cometas. Os minerais, na época, eram poucos, algumas centenas, semelhantes aos que são encontrados nos asteroides de hoje. O tempo passou. Em torno de 3,9 bilhões de anos atrás, os bombardeios acalmaram e a crosta terrestre foi, aos poucos, se solidificando por períodos mais longos. Não se sabe exatamente como aconteceu, mas os minerais simples que existiam, junto com gases existentes na atmosfera terrestre, sujeitos à atividade elétrica e à radiação ultravioleta solar, produziram os primeiros aminoácidos -os passos iniciais em direção à vida. Os primeiros sinais de vida confirmados datam de 3,5 bilhões de anos atrás. Esses organismos primitivos, que eram seres unicelulares, foram o único tipo de vida que existia na Terra pelos próximos 2 bilhões de anos. Foram eles que transformaram a natureza da vida e, de quebra, também os minerais na Terra. Quando falamos em vida na Terra, pensamos em seres complexos, multicelulares. Na verdade, a história é bem diferente. A transição de seres unicelulares para multicelulares foi lenta e improvável. Mesmo dentre os seres unicelulares, houve a transição dos procariotas aos eucariotas. Os procariotas, de alguma forma, descobriram o mecanismo que foi essencial na transformação da vida e do nosso planeta: a fotossíntese. Aos poucos, os procariotas foram absorvendo o gás carbônico da atmosfera e fazendo com que ele se transformasse em oxigênio. Sendo um elemento químico altamente reativo, o oxigênio é uma espécie de granola geoquímica, energia para promover reações cada vez mais complexas. Esse enriquecimento energético da atmosfera foi a grande virada na história do nosso planeta. Com mais energia disponível, a vida foi ficando mais complexa. Os eucariotas surgiram provavelmente da aliança simbiótica de dois ou mais procariotas. Por exemplo, as mitocôndrias, que aparecem nas células do nosso corpo, devem ter sido procariotas que foram absorvidos ou comidos por outros. Mas a fotossíntese não foi importante só para a evolução da vida. Transformou as rochas também. Ao reagir com o ferro, o carbono, o enxofre e o silício, o oxigênio criou uma espécie de Big Bang mineral, uma explosão na diversidade das rochas espalhadas pela Terra. Se os seres unicelulares deram origem, ao mesmo tempo, tanto à complexidade da vida quanto à complexidade dos minerais, a hipótese de que a Terra, como um todo, é, de certa forma, uma criatura viva, ganha força. Vivos ou não vivos, nossa descendência é a mesma.
Publicado por ACS em 28 Nov 2009 | sob: futuro, ecologia
Independente da pederastia verborrágica, 1 minuto de contemplação para ficarmos felizes sobre um assunto e do nosso país. Se em campanha ou não, o que interessa é que hoje, nesta sexta-feira 13, o Brasil surpreendeu o mundo assumindo o compromisso de redução de suas emissões de gases de efeito estufa de 36,1% a 38,9%! Colocou para trás os retrogrados Índia e China, e os abastados, irresponsáveis e assassinos Estados Unidos, Bloco europeu e Japão.
Publicado por ACS em 15 Nov 2009 | sob: politica & economia, futuro, ecologia
Brasil de Fato - Em A teoria da alienação em Marx, o senhor afirma que se tornou uma necessidade histórica problematizar o conceito de alienação. Por quê? István Mészáros - A sobrevivência da humanidade está ameaçada, não só em razão da potência militar de alguns países, mas também em virtude da devastação da natureza. Precisamos modificar, radicalmente, nosso modo de vida ou desapareceremos. Chegamos a esse ponto porque há um poder, do qual estamos alienado, que controla o sistema social, em vez de nós mesmos dirigirmos nosso destino. Poderosos interesses econômicos determinam o modo como devemos nos relacionar com a natureza, nos levando à nossa própria destruição. Na ECO-92, encontro internacional realizado no Rio de Janeiro em 1992, várias promessas foram enunciadas por governos, incluindo o estadunidense, para deter a devastação ambiental. Mas elas são descumpridas, quando o presidente George W. Bush deixa de assinar o Protocolo de Kyoto, apesar de reconhecer que os Estados Unidos são responsáveis por um quarto dos danos à natureza. A devastação é irreversível.
BF - O capitalismo contemporâneo funciona na lógica da produção destrutiva. As máquinas do sistema não páram, mas seu funcionamento é perverso, pois exaurem o planeta. Mészáros - Os Estados Unidos assumem um papel determinante no direcionamento do poder alienado que dirige os destinos da população mundial. A maioria dos outros países não é melhor, mas não consegue competir com o império. Ao mesmo tempo, a condição de superpotência dos EUA é paradoxal, pois o país passa por grandes dificuldades econômicas, manifestadas pela existência de uma dívida catastrófica, que não tem como ser quitada. Os juros só são pagos com dinheiro extraído de outros países, por meio de acordos de comércio injustos ou intervenções militares. Antes, o capitalismo se orgulhava de ser uma destruição produtiva, mas sua manifestação imperialista se sustenta na lógica da produção destrutiva. A alienação, absolutamente dominante, é o alicerce dessa lógica perversa.
João Alexandre Peschanski em entrevista ao Brasil de Fato, o filósofo húngaro István Mészáros alerta sobre as perversidades do capitalismo contemporâneo | Controversia
Publicado por ACS em 15 Nov 2009 | sob: politica & economia, futuro, ecologia
Brasil e França apresentaram neste sábado, em Paris, um documento conjunto em que se comprometem trabalhar para conseguir resultados ambiciosos na reunião da ONU sobre clima (COP 15) que acontece em dezembro, na capital dinamarquesa Copenhague. Além disso, os dois países vão pressionar Estados Unidos e China para que sejam mais ousados em suas propostas de redução de emissão de gases do efeito estufa. Em declaração à imprensa feita hoje ao lado do presidente francês Nicolas Sarkozy, o presidente Lula afirmou que americanos e chineses não podem fazer um acordo bilateral – numa espécie de G2 – com base apenas nas realidades políticas e econômicas de seus países, “sem se importar com a responsabilidade que temos que ter com o conjunto da humanidade, pobres e ricos, norte e sul”. O documento apresentado hoje em Paris foi chamado por Lula de “Bíblia climática” e, segundo o presidente brasileiro, pode servir de paradigma nas discussões climáticas em Copenhague nos próximos dias 16 e 17 de dezembro.
Publicado por ACS em 10 Out 2009 | sob: futuro, ecologia
Vantagens do uso do álcool combustível: Menor dependência de combustíveis fósseis importados, e da variação do preço dos mesmos. Menor emissão de poluentes, já que grande parte dos poluentes resultantes da queima do combustível no motor são re-absorvidos no ciclo de crescimento da cana de açúcar, e os resíduos das usinas são totalmente reaproveitados na lavoura e na indústria. Maior geração de empregos, sobretudo no campo, diminuindo a evasão rural e o “inchamento” das grandes cidades. Os subprodutos da cana são utilizados no próprio ciclo produtor de álcool, como fonte de energia elétrica obtida pela queima do bagaço, e como fertilizante da terra utilizada no plantio, através do chamado vinhoto, tornando uma usina de álcool auto-dependente. Fonte de geração de divisas internacionais, sobretudo em tempos de escassez de petróleo e consciência ecológica.
Publicado por ACS em 10 Out 2009 | sob: ecologia
Após cruzarem um riacho cor de esmeralda, escalaram a ribanceira e penetraram na sombra translúcida do bosque mais magnífico que haviam visto até então. Sequoias tão altas quanto os foguetes Saturno usados no programa Apollo brotavam do solo, com as bases chamuscadas pelo fogo. Algumas árvores exibiam cascas espessas e vincadas por grossos filamentos que subiam espiralados para o alto, dando aos troncos uma aparência de doces infantis. Outras tinham enormes cavidades que podiam abrigar 20 pessoas. Copas do tamanho de uma Kombi jaziam entre azedas e samambaias-de-metro depois de caírem de uma altura de 30 andares - vítimas de enfrentamentos titânicos com as ventanias. Não admira que esse mesmo bosque tenha sido escolhido para as filmagens de O Retorno do Jedi e a sequência de Parque dos Dinossauros: se um Tyranossaurus rex ou um Ewok peludo surgissem de repente, ninguém ficaria assombrado. A magia das sequoias também encanta especialistas em manejo florestal. Como a casca e o cerne são ricos em compostos chamados polifenóis, insetos e fungos que provocam apodrecimento se mantêm distantes das árvores. E, como não há muita resina em sua casca fibrosa, as de maior porte são resistentes ao fogo. Mas o aspecto que mais surpreende é sua capacidade de produzir brotos sempre que o câmbio - o tecido vivo logo abaixo da casca - fica exposto à luz. Quando o topo da árvore se rompe, um de seus galhos cai ou o tronco é cortado, um novo galho brota do local ferido e cresce com rapidez. Por toda a floresta é possível encontrar imensos cepos rodeados por um grupo de árvores de segunda geração. Essas árvores secundárias são clones da árvore original, e o DNA delas pode ter milhares de anos. Os cones das sequoias são minúsculos - do tamanho de uma azeitona - e só esporadicamente produzem sementes. Em consequência, esses brotos que nascem de cepos foram cruciais para a sobrevivência em épocas de derrubada mais intensa.
Publicado por ACS em 02 Out 2009 | sob: politica & economia, livros, futuro, pessoas, ecologia
“Quando os líderes políticos viram a necessidade de cortar as emissões de dióxido de carbono para frear o aquecimento global, eles se perguntaram: Quanto desse corte é politicamente viável? No Earth Policy Institute (EPI) nós fizemos uma pergunta diferente: Quanto corte é necessário para evitar os efeitos mais perigosos das mudanças climáticas?” O dono desta frase e autor do Plano B é Lester Brown. Ele é fundador do Worldwatch Institute, presidente do Earth Policy Institute, um renomeado um instituto de pesquisa privado, sem fins lucrativos, destinado à análise das questões ambientais globais e é considerado um dos mais influentes pensadores da atualidade. Em 2003, Brown e outros membros do EPI publicaram o primeiro livro da série “Plan B”, que trazia uma nova forma de planejar e gerir o planeta de forma a torná-lo habitável por muitos anos. Entre as propostas mais polemicas defendida nos livros, está a de reduzir as emissões de CO2 em 80% até 2020 e, com isso, manter os níveis de gás carbônico da atmosfera em menos de 400 ppm (o número atual já é de 384 ppm). plano-b-2.jpgSegundo os autores, a missão é possível, mas para que aconteça será necessária uma mobilização mundial em uma “velocidade de guerra”.
Publicado por ACS em 02 Out 2009 | sob: futuro, pessoas, ecologia
O indigenista brasileiro Márcio Santilli, 53, foi escolhido pela revista americana “Time” um dos 38 “heróis do ambiente” do ano de 2009. Ex-deputado constituinte, ex-presidente da Funai e coordenador do ISA (Instituto Socioambiental), Santilli foi um dos idealizadores da chamada redução compensada de emissões por desmatamento, o embrião do Fundo Amazônia. “Santilli raciocinou que as nações que reduzirem sua taxa de desmatamento abaixo da média histórica poderiam receber compensação através de certificados de emissões comercializáveis no mercado de carbono. A compensação viria após 2012, e só quando as reduções forem confirmadas por meio de imagens de satélite”, afirma a revista. Isso poderia ao mesmo tempo limitar a perda de florestas tropicais e garantir que os habitantes dessas regiões sejam compensados pelos países ricos por deixar a mata em pé.