livros

Publicações arquivadas desta categoria

São Paulo dos anos 20 | Aurélio Beccherini

Publicado por ACS em 31 Jul 2010 | sob: livros, lugares, futuro, arte

tramafotografica.wordpress.com

Verão Índio | 1983 | Hugo Pratt + Milo Manara

Publicado por ACS em 31 Jul 2010 | sob: livros, arte

rvculturaearte.com

Contatos de Quarto Grau x Carl Sagan

Publicado por ACS em 20 Jun 2010 | sob: livros, pessoas, filmes

Assisti ontem “Contatos de Quarto Grau”. Acredito no que vi e o filme nos faz pensar sobre o assunto. Não é um filme cheio de efeitos, é quase um documentário somado a uma sessão gravada de psicanálise. As imagens reais são surpreendentes. E aquilo sobre os Sumérios? Chamem o Mulder e a Scully de volta por favor. Milla Jovovich vai bem como sempre. O que Jesus quis dizer com “na casa de meu Pai há várias moradas”? Depois deste filme é melhor tentar buscar racionalidade em Carl Sagan com “O Mundo Assombrado por Demônios”. Vejam a sinopse deste livro:

“Assombrado com a escuridão que parece tomar conta do mundo, onde explicações pseudocientíficas e místicas ocupam cada vez mais os espaços dos meios de comunicação, Carl Sagan acende a vela do conhecimento científico para tentar iluminar os dias de hoje e recuperar os valores da racionalidade. Em meio a anjos e ETs, astrólogos e médiuns, fundamentalismos religiosos e filosofias alternativas, dois mais dois continuam a ser quatro e as leis da mecânica quântica permanecem valendo em qualquer parte do planeta. Este livro é uma reafirmação plena do poder positivo e benéfico da ciência e da tecnologia.”

www.livrariacultura.com.br
mais.uol.com.br/trailer do filme

melhores caminhos de desenvolvimento

Publicado por ACS em 19 Jun 2010 | sob: politica & economia, livros

Acabei de baixar do site do Ipea o livro Desenvolvimento, o debate pioneiro de 1944-1945. Duas visões que influenciaram o futuro. Uma de Roberto Simonsen, industrial, intelectual, defendia a intervenção do estado e conservador na política defendendo a cassação do registro do PCB (Partido Comunista Brasileiro). Outra de Eugenio Gudin, autodidata, autor de livros que influenciaram os cursos de economia, articulador e formulador do golpe de 64, ele foi de certa forma o modelo seguido pela direita brasileira. É importante revisar o passado para buscarmos melhores caminhos de desenvolvimento no momento em que as eleições se aproximam. Segue o link do Ipea:

www.ipea.gov.br

O sol pra clarear minhas idéias sombrias

Publicado por ACS em 06 Jun 2010 | sob: livros, submundo

Neste domingo de sol e céu azul sigo pensando no lado sombrio das coisas. No lado sombrio dos dossiês, das privatizações, das propinas e das lavagens de dinheiro. Compreio o livro “Mentes Perigosas” da Ana Beatriz Barbosa e Silva. Ainda não comecei a ler mas acho que reconheço alguns psicopatas sim. Reconheço alguns quando leio, quando vejo falar e reconheço alguns no dia a dia. O lado sombrio dos que não sentem culpa nem remorso. O lado sombrio da violência. O lado sombrio da mente. Preciso identificar bem os psicopatas e manter a distância necessária. Vou tomar um café e sair para o sol, na praça em frente minha casa, pra clarear minhas idéias sombrias.

caso novas tentativas de desconstrução aconteçam

Publicado por ACS em 03 Jun 2010 | sob: politica & economia, livros, pessoas, submundo

Comprei tres livros agora a pouco. Um deles comprei influenciado por um artigo do Luis Nassif comentado por Paulo Henrique Amorim. “Codigo da Vida”, do Saulo Ramos, onde entre outros assuntos uma parte do livro conta como José Serra, FHC e Marcelo Itagiba desconstruíram Roseana Sarney em 2002. Leitura importante caso novas tentativas de desconstrução aconteçam.

Kafka | Tu és a tua própria lição de casa

Publicado por ACS em 21 Abr 2010 | sob: livros, pensamentos

Os livros podem atuar como desencadeadores e/ou descortinadores e/ou descomplicadores. Vejamos primeiramente sua ação como desencadeadores. Uma história, ou uma metáfora, ou um diálogo fictício, ou uma rima podem retirar o cadeado. Esse desencadeamento pressupõe uma situação de “prisão” ou de “tolhimento”. Teremos de admitir que linhas de raciocínio, disposição para certas descobertas ou determinados processos emocionais estão encadeados dentro de nós. Tais cadeados podem e devem ser abertos. Franz Kafka (1883-1924) escreveu em certo ponto de sua obra: “Tu és a tua própria lição de casa”. Dizia isso a si mesmo, era um pensamento íntimo que se tornaria público. Assumiremos sua voz e repetiremos a frase para nós mesmos. Essa frase atuará como desencadeadora. No momento em que uma pessoa se torna sua própria lição de casa, decide as tarefas essenciais a realizar, os objetivos existenciais a atingir. É claro que há um preço a pagar nisso tudo. Quando alguém se torna sua própria lição de casa, não terá como acusar os outros dos seus fracassos. Não ficará esperando que alguém lhe diga tudo o que deve fazer. Está aí uma frase que desencadeia processos de amadurecimento. Definir-se e comportar-se como sua própria lição de casa significa descobrir a senha que desencadeia a liberdade. A liberdade de escolher, mesmo quando os caminhos são estreitos, mesmo quando os recursos são escassos. A liberdade de aprender com os próprios erros, e de pensar por conta própria (como se fosse possível pensar “por conta alheia”…).

Gabriel Perissé | blog.controversia.com.br

O QUE VOCÊ NUNCA PÔDE VER NA TV!

Publicado por ACS em 18 Abr 2010 | sob: livros, jornalismo

www.blogbooks.com.br

Viomundo, o livro

Publicado por ACS em 19 Dez 2009 | sob: livros

www.viomundo.com.br

a marginalização do livro

Publicado por ACS em 28 Nov 2009 | sob: livros, futuro, cultura

Os prognósticos, asseguramos desta vez, são confiáveis: já estamos maduros para uma digitalização do conteúdo de nossas bibliotecas, para “migrar” para as “novas plataformas do saber”. A oferta tecnológica por fim está à altura, o curso foi estabelecido, em breve iremos nos desfazer desse velho objeto empoeirado e anacrônico acima de tudo: esse pequeno paralelepípedo de papel que ousava se vangloriar do monopólio sobre a palavra “livro”. Pode-se esperar, sem dúvida, que um pequeno editor de ciências sociais se entusiasme com a quantidade de “oportunidades” que essa marcha forçada em direção ao progresso não deixará de trazer, ou, pelo contrário, que ele se feche numa postura puramente defensiva diante dos riscos de uma maior concentração, dos fabricantes todo-poderosos dos e-books e das ameaças à sua independência editorial… Mas, embora essas questões sejam importantes, elas não devem mascarar os verdadeiros riscos que se perfilam - para os editores e para os leitores - por conta desse processo. E estes nos obrigam a considerar a estreita relação entre a digitalização generalizada dos saberes (com o Google e afins) e o papel conferido aos suportes de leitura eletrônica, como o Kindle e outros Sony. De fato, os mecanismos que agem hoje são poderosos: trata-se de nada menos do que da aceleração dos ciclos de acúmulo do capital, aliados à lógica subjetiva da mentalidade dos governos neoliberais; que encontraram nas novas tecnologias “imateriais” um tipo de ferramenta ideal, uma ferramenta que promete ao mesmo tempo novas perspectivas de lucro e novas formas de subjugação. Para o capital, a certeza de acréscimo permanente, e portanto a garantia de aumentar a velocidade de rotatividade dos produtos, assim como a compressão dos custos de produção e de mão-de-obra (para os defensores do neoliberalismo), a perspectiva de dominar os ritmos sociais ligados à atividade de aprender, de disciplinar o corpo diante da tela, de submeter os cérebros “disponíveis” ao fluxo incessante de “conteúdo” e de informação. Finalmente, o que está em debate hoje, de maneira autoritária, através do livro digital, é toda nossa relação como texto e a leitura. Essa relação é ligada à linearidade, à forma argumentativa e, portanto, ao senso crítico. Sabe-se que lemos cada vez mais, e por um tempo cada vez maior, na tela, e que as gerações que crescerão com os computadores ultrapassarão ainda mais o que hoje parece ser um limite para nós. Mas lemos de forma bem diferente, e coisas bem diferentes. É muito provável que um texto que necessite de mais de uma hora de leitura, que não tenha como única função “responder a uma pesquisa”, fornecer uma informação, e que não seja lido dentro de um contexto institucional em que os “tomadores de decisão” já estão convertidos ao “mundo digital” (como na escola, onde o livro é hoje uma espécie em vias de extinção), só pode ser lido sobre o papel. É apenas no livro, com sua forma finita tão específica, que a “verdadeira” leitura pode se efetuar, aquela que implica atenção, concentração, duração, desinteresse. E o famoso e-book parece mais um fator essencial da marginalização do livro do que um livro novo.

Rémy Toulouse | Controversia

Plano B - Lester Brown | velocidade de guerra

Publicado por ACS em 02 Out 2009 | sob: politica & economia, livros, futuro, pessoas, ecologia

“Quando os líderes políticos viram a necessidade de cortar as emissões de dióxido de carbono para frear o aquecimento global, eles se perguntaram: Quanto desse corte é politicamente viável? No Earth Policy Institute (EPI) nós fizemos uma pergunta diferente: Quanto corte é necessário para evitar os efeitos mais perigosos das mudanças climáticas?” O dono desta frase e autor do Plano B é Lester Brown. Ele é fundador do Worldwatch Institute, presidente do Earth Policy Institute, um renomeado um instituto de pesquisa privado, sem fins lucrativos, destinado à análise das questões ambientais globais e é considerado um dos mais influentes pensadores da atualidade. Em 2003, Brown e outros membros do EPI publicaram o primeiro livro da série “Plan B”, que trazia uma nova forma de planejar e gerir o planeta de forma a torná-lo habitável por muitos anos. Entre as propostas mais polemicas defendida nos livros, está a de reduzir as emissões de CO2 em 80% até 2020 e, com isso, manter os níveis de gás carbônico da atmosfera em menos de 400 ppm (o número atual já é de 384 ppm). plano-b-2.jpgSegundo os autores, a missão é possível, mas para que aconteça será necessária uma mobilização mundial em uma “velocidade de guerra”.

ecodesenvolvimento

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