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Publicações arquivadas desta categoria
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Publicado por ACS em 02 Out 2008 | sob: livros, poesias & pensamentos
“Viverás, e para sempre
na terra que aqui aforas:
e terás enfim tua roça.
Aí ficarás para sempre,
livre do sol e da chuva,
criando tuas saúvas.
Agora trabalharás
só para ti, não a meias,
como antes em terra alheia.
Trabalharás uma terra
da qual, além de senhor,
serás homem de eito e trator”
João Cabral | Morte e Vida Severina
Publicado por ACS em 19 Ago 2008 | sob: livros, futuro, poesias & pensamentos, pessoas, cultura, submundo
O sociólogo polonês Zygmunt Bauman é um dos mais importantes pensadores do mundo contemporâneo. Em vários de seus livros, como Modernidade líquida e Vida líquida, ele fala da condição “fluída” e “leve” da vida nestes tempos de pós-modernidade, em que tudo é descartável e efêmero. Em Vida para consumo, recém-lançado no Brasil, Bauman analisa a transformação de uma sociedade de produtores em uma sociedade de consumidores. As relações humanas são agora baseadas nos modelos de mercado. Nesse mundo, os próprios consumidores viram mercadorias e, assim como os objetos que consomem, têm de se reformular constantemente, sob o risco de ficarem obsoletos.
Publicado por ACS em 17 Jul 2008 | sob: livros, jornalismo
Publicado por ACS em 29 Mai 2008 | sob: livros, design, submundo
Nada de mansões e móveis assinados por designers do momento. O livro “Moradas do Brasil”, que será lançado hoje em São Paulo, reúne imagens de casas de anônimos espalhadas pelo país. É uma espécie de livro de arquitetura e decoração do povo, surgido das necessidades e vontades de gente comum em todo o Brasil.
SILAS MARTÍ
da Folha de S.Paulo
Publicado por ACS em 28 Abr 2008 | sob: livros, futuro, poesias & pensamentos, cultura
Zygmunt Bauman, em seu livro Modernidade Líquida, explica que capitalismo e socialismo seriam variações do fordismo, cujas características essenciais eram o dirigismo, a redução da liberdade e a fidelidade das relações de trabalho. O século XXI teria revelado não só o naufrágio do socialismo, mas principalmente o do fordismo. O “capitalismo pesado” foi substituído pelo “capitalismo leve”, dependente mais dos fluxos do capital e de tecnologia do que dos grandes parques industriais, e no qual o conceito de emprego sofre uma brutal transformação.
Fábio Tokars
Paraná On-line
Publicado por ACS em 27 Abr 2008 | sob: livros, poesias & pensamentos, cultura
Imagina um relógio que só tivesse pêndulo, sem mostrador, de maneira que não se vissem as horas escritas. O pêndulo iria de um lado para outro, mas nenhum sinal externo mostraria a marcha do tempo.
Dom Casmurro | Machado de Assis | 1899